sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

APPCC- Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle

O QUE É O SISTEMA APPCC


O Sistema APPCC é baseado numa série de etapas inerentes ao processo de produção de alimentos, a começar pela obtenção da matéria-prima, até o consumo do alimento, fundamentando-se na identificação dos perigos potenciais à segurança do alimento, bem como nas medidas para o controle das condições que geram os perigos.

O Sistema APPCC é racional porque se baseia em dados registrados sobre as causas das doenças de origem alimentar e enfatiza as etapas críticas onde o controle é essencial. O Sistema APPCC é lógico e compreensível porque considera as matérias-primas, as etapas de preparo e usos subseqüentes dos produtos ou preparações. É contínuo, uma vez que os problemas são detectados antes ou no momento em que ocorrem, possibilitando que as ações corretivas sejam imediatamente aplicadas. É sistemático porque é um plano completo, cobrindo todas as etapas e medidas de controle, reduzindo, assim, os riscos de doenças alimentares.

O Sistema APPCC constitui-se numa poderosa ferramenta de gestão, garantindo uma dinâmica de efetivo controle dos perigos. É importante salientar que é uma ferramenta que deve ser utilizada adequadamente e que a análise é específica para cada produto ou preparação considerada. O método deve ser revisto sempre que novos perigos forem identificados ou quando ocorrer qualquer modificação no modo de preparo ou incorporação de novos  ingredientes.

O Sistema APPCC tem como objetivo identificar os perigos relacionados com a saúde do consumidor que podem ser gerenciados nas etapas de preparo, estabelecendo formas de controle para garantir a segurança do produto ou preparação e a inocuidade para o consumidor. Entretanto, pelas facilidades e segurança que proporciona, o Sistema tem sido utilizado com êxito por inúmeras empresas para controlar aspectos de qualidade e de fraude econômica.

POR QUE UTILIZAR O SISTEMA APPCC

A segurança dos produtos alimentícios é a principal e primeira responsabilidade da empresa de alimentos, além de outras características de qualidade, como aspecto, sabor e custo.

A certificação da qualidade e/ou segurança do produto por análise de produto final (acabado) é relativa e de alcance limitado. Por mais rigorosos que sejam os planos de amostragem, a caracterização de 100% das preparações ou dos produtos elaborados dificilmente é alcançada em condições práticas. Além desse aspecto, deve-se considerar que as análises microbiológicas são determinações cujos resultados são demorados e de custo elevado.

O sistema APPCC, em contrapartida está designado para os controles durante a produção tem por base e principio e conceitos preventivos. Identificando – se as etapas e os pontos nos quais os perigos podem ser controlados ( prevenção de contaminação, eliminação, redução, etc ), podem se aplicar medidas que garantam a eficiência do controle. Vale relembrar que os perigos considerados são os de natureza físicas, química e biológica.

São os seguintes os principais benefícios que o Sistema APPCC proporciona:
- Oferecer um alto nível de segurança aos alimentos;
- Facilitar o trabalho dos gerentes e seus supervisores, bem como orientar o trabalho dos
manipuladores de alimentos;

- Contribuir para a redução de custos, o que corresponde a um aumento de produtividade com qualidade
e segurança, evitando o retrabalho, as perdas de matérias-primas e o uso de técnicas não validadas;
- Contribuir para a consolidação da imagem e da credibilidade da empresa junto aos clientes,
aumentando seu nível de competitividade tanto no mercado interno como no externo. Nesse
sentido, vale apontar inclusive a importância no Setor de Turismo;
- Trazer um expressivo ganho institucional, uma vez que valoriza o trabalho em equipe e eleva
a auto-estima dos seus integrantes; as pessoas envolvidas passam a ter consciência do que
fazem e por que fazem, ganhando autoconfiança e satisfação por produzirem alimentos com
alto nível de segurança;

- Reduzir a necessidade de testes dos produtos acabados, no que se refere à determinação de
contaminantes;
- Trazer à pauta o aspecto legal referente à implantação do Sistema nas empresas: as legislações sanitárias de todos os países estão se modificando para, em breve, tornar o APPCC obrigatório a toda empresa processadora de alimentos.

COMO UTILIZAR O SISTEMA APPCC

O Sistema APPCC é aplicável em todo o processo de obtenção e elaboração de alimentos, desde a produção primária até seu consumo final. Os princípios que integram o Sistema são aplicáveis em toda e qualquer atividade relacionada com alimentos. No entanto, um Plano APPCC, que é específico para um determinado produto e processo, é dirigido – prioritariamente - para as etapas de processos industriais.
Todo o pessoal que participa do processo produtivo do setor alimentício deve estar envolvido com a implementação dos princípios do Sistema APPCC e, quando for o caso, na elaboração do Plano APPCC.

CONCEITOS

Ação corretiva: Procedimento ou ação a ser adotado quando se constata que um critério ou limite crítico encontra-se fora dos limites estabelecidos.
Análise de Perigos: Consiste na identificação e avaliação de perigos potenciais, de natureza física, química e biológica, que representam riscos à saúde do consumidor.
APPCC: Sistemática de procedimentos que tem por objetivos identificar, avaliar e controlar os perigos para a saúde do consumidor e caracterizar os pontos e controles considerados críticos para assegurar a inocuidade dos alimentos.
Controlar: Gerenciar as ações de operação para mantê-las de acordo com os limites pré-estabelecidos (controlar um processo).
Controle: O estado no qual procedimentos corretos estão sendo aplicados e a etapa ou processo está de acordo com os limites pré-estabelecidos (a etapa está sob controle).
Critério: Requisito no qual é baseada a tomada de decisão ou julgamento.
Não-conformidade: Não atendimento aos limites críticos estabelecidos para os critérios selecionados.
Diagrama decisório dos PCC (árvore decisória): Seqüência de perguntas para determinar se uma matéria-prima ou etapa do processo é um Ponto Crítico de Controle (PCC).
Equipe APPCC: Grupo de profissionais responsável pelo desenvolvimento e implantação do Plano APPCC.
Etapa: Procedimento, ponto ou estágio de um processo produtivo ou de um produto ou preparação, desde a aquisição de matérias-primas até o consumo final.
Limite crítico: Valores ou atributos máximos e/ou mínimos estabelecidos para cada critério e que, quando não atendidos, significam impossibilidade de garantia da segurança do alimento.
Limite de segurança: Valores ou atributos próximos aos limites críticos que são adotados como medida de segurança para reduzir a possibilidade desses limites não serem atendidos.
Medida de Controle (medida preventiva): Qualquer ação ou atividade que pode ser adotada para prevenir, eliminar ou reduzir um perigo à saúde do consumidor. As medidas de controle se referem às fontes e aos fatores que interferem com os perigos, tais como: possibilidade de introdução, sobrevivência e/ou multiplicação de agentes biológicos e introdução e permanência de agentes físicos ou químicos no alimento. Atualmente, o termo medida de controle é considerado mais adequado que o termo medida preventiva, segundo o CODEX Alimentarius.
Monitor: Indivíduo que conduz a monitorização.
Monitorização (monitoração): Seqüência planejada de observações ou mensurações devidamente registradas que permitem avaliar se um perigo está sob controle.
Perigo: Contaminante de natureza biológica, química ou física, ou condição do alimento * que pode causar dano à saúde ou à integridade do consumidor. O conceito de perigo poderá ser mais abrangente para aplicação industrial ou governamental, considerando aspectos de qualidade, fraude econômica e deteriorações, dentre outros.

* cianeto em mandioca, solanina em batata e outros que, quando crus, são tóxicos, mas quando cozidos, não.

Perigo significativo: Perigo de ocorrência possível e/ou com potencial para resultar em risco inaceitável à saúde do consumidor.
Plano APPCC: Documento elaborado para um produto / grupo de produtos, de acordo com a seqüência lógica, onde constam todas as etapas e justificativas para a sua estruturação.
Ponto de controle (PC): Para efeito deste manual, são considerados como pontos de controle os pontos ou etapas que afetam a segurança, mas que são controlados prioritariamente por procedimentos e programas de pré-requisitos (Boas Práticas, Procedimentos-padrão de Higiene Operacional - PPHO).
Ponto crítico de controle (PCC): Qualquer ponto, etapa ou procedimento no qual se aplicam medidas de controle (preventivas) para manter um perigo significativo sob controle, com o objetivo de eliminar, prevenir ou reduzir os riscos à saúde do consumidor.
Programa de pré-requisitos: Procedimentos, incluindo as Boas Práticas e Procedimentos-padrão de Higiene Operacional - PPHO, que constituem a base higiênico-sanitária, e que são necessários para a adequada implantação do Sistema APPCC.
Registro: Documento específico para dados/ resultados/ leituras específicas.
Risco: Estimativa da probabilidade (possibilidade) de ocorrência de um perigo. O risco pode ser classificado em alto, médio e baixo.
Severidade: Dimensionamento da gravidade do perigo quanto às conseqüências resultantes de sua ocorrência. Pode ser classificada em alta, média e baixa.
Sistema APPCC: Sistema utilizado para garantir a segurança do alimento, composto por um conjunto de 7 princípios – Análise dos perigos e caracterização das medidas preventivas; Identificação dos pontos críticos de controle (PCC); Estabelecimento dos limites críticos para cada PCC; Estabelecimento dos procedimentos de monitorização; Estabelecimento das ações corretivas; Estabelecimento dos procedimentos de registro e documentação; Estabelecimento dos procedimentos de verificação.
Seqüência lógica: Etapas seqüenciais para elaboração do Plano APPCC: formação da equipe; descrição do produto / grupo de produtos específico; intenção de uso do produto; elaboração do fluxograma do processo; confirmação in-loco do fluxograma e os 7 princípios do Sistema.
Variável: Característica de natureza física (tempo, temperatura, atividade de água, etc.), química (concentração de sal, de ácido cítrico, etc.), biológica (presença de Salmonella, etc.) ou sensorial (odor, sabor, etc.).

Verificação: Uso de métodos, procedimentos ou testes para validar, auditar, inspecionar, calibrar, com a finalidade de assegurar que o Plano APPCC está em concordância com o Sistema APPCC e é cumprido operacionalmente e/ou necessita de modificação e revalidação.



Técnico em Agroindústria
Jose Francisco

"Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio"






















Consultor de Alimentos 

Alimentos mais Ricos em Ferro

Segue uma tabela com os alimentos ricos em ferro separados por fonte animal e vegetal.
Alimento ricos em Ferro de fonte animalQuantidade de ferro por 100g
costelas de porco3 mg
vitela3,6 mg
cordeiro2,2 mg
fígado de vitela10.6 mg
farinha de peixe41 mg
mexilhão cozido6 mg
gema do ovo de galinha5,87 mg
Alimentos ricos em Ferro de fonte vegetalQuantidade de ferro por 100g
pão de cevada 6,5 mg
pães integrais e enriquecidos; cereais; aveia crua4,5 mg
salsa3,1 mg
grão-de-bico cozido1,4 mg
ervilha cozida 1,9 mg
lentilha cozida2,44 mg
agrião2,6 mg
beterraba crua2,5 mg
grãos integrais ou enriquecidos; nozes; castanhas; feijão7.1 mg
melado de cana-de-açúcar; rapadura; açúcar mascavo
4,2 mg
Pimentão8,7 mg
chocolate meio amargo4.4 mg

Necessidade diária de Ferro

  • Bebês: 7-12 meses: 11 mg;
  • Crianças 1-3 anos: 7 mg;
  • Crianças 4-8 anos: 10 mg;
  • Meninos e meninas 9-13 anos: 8 mg;
  • Meninos 14-18 anos: 11 mg;
  • Meninas 14-18 anos: 15 mg;
  • Homens >19 anos: 8 mg;
  • Mulheres 19-50 anos:18 mg;
  • Mulheres > 50 anos: 8 mg;
  • Gravidas: 27 mg;
  • Nutrizes < 18 anos: 10 mg (durante amamentação)
  • Nutrizes > 19 anos: 9 mg.

Frutas ricas em ferro

Algumas dessas frutas, além de serem boas fonte de ferro, contêm alto teor de vitamina C, o que potencializa a absorção de ferro.
ameixa secadamasco seconozes
abacaxicocogoiaba
morango laranjamaracujá
kiwimangauva
tangerinalimãoacerola

Alimentos pobres em ferro

Em geral, os alimentos pobres em ferro são os doces e os alimentos ricos em carboidratos, como as massas, pães brancos, biscoitos e bolos.
Esses alimentos não devem deixar de ser consumidos, pois geram mais energia para o organismo e são uma boa fonte de calorias. 
O leite é um alimento pobre me Ferro, e o cálcio presente na sua composição também diminui a sua absorção. O leite materno é o único leite que permite boa absorção de ferro.
A proteína da soja e a proteína do ovo são também elementos que inibem a absorção do Ferro do alimento.
Alguns alimentos como o vinho tinto, o chocolate e mesmo algumas ervas utilizadas para fazer chá, por possuirem polifenóis e fitatos, componentes naturais na sua composição, são inibidores da absorção do Ferro. Por isso apesar de possuir Ferro em sua composição, não são uma boa fonte de ferro, já que o corpo não consegue aproveita-lo. São alimentos com baixa biodisponibilidade de Ferro.
Tua saúde 

Receita de Torta de amendoim


receita-torta-de-amendoim
Ingredientes:
. ½ xícara (chá) de manteiga
. 1 ½ xícara (chá) de amendoim sem pele e torrado
. 1 xícara (chá) de açúcar
. 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
. 1 gema de ovo
. 1 rolo de massa folhada laminada
Chantilly:
. 1 xícara (chá) de creme de leite fresco e gelado
. 1 colher (sopa) de açúcar
. Canela em pó a gosto
Modo de preparo:
Numa panela, derreta a manteiga em banho-maria. Ponha o amendoim, mas reserve alguns para decorar. Misture os demais ingredientes, exceto a massa. Mexa bem e deixe cozinhar por cinco minutos. Retire do fogo e reserve. Forre uma forma de 23 cm de diâmetro com a massa. Por cima, arrume o recheio. Decore com os amendoins reservados e leve ao forno, preaquecido a 180 ºC, e asse até dourar.
Chantilly: Na batedeira, bata o creme de leite com açúcar até o ponto de chantilly. Ponha colheradas sobre a torta e polvilhe a canela antes de servir. Se quiser, sirva gelada.

Receitinhas 

Beira da praia exige cuidados para evitar intoxicação alimentar

Contaminação é mais comum nesta época do ano

Beira da praia exige cuidados para evitar intoxicação alimentar Mauro Vieira/Agencia RBS
A beira da beira é repleta de tentações gastronômicas como milho verde, churros, espetinhos, sanduíches prontos, porção de camarão, entre muitos outros petiscos. Apesar de serem gostosos, é fundamental ficar atento a alguns cuidados para que uma possível intoxicação alimentar não estrague suas férias.
Segundo a nutricionista Ana Carolina Marçal, a maior parte dos casos de intoxicação alimentar ocorre por causa da contaminação por bactérias, atribuída muitas vezes a falta de higiene do manipulador, do local e falhas no transporte, armazenamento e preparo dos alimentos. A intoxicação pode provocar náuseas, vômitos, dor de cabeça, cólica e diarreia.
— As bactérias adoram umidade, sujeira, água e temperatura ambiente de 20 a 45ºC e, em geral, detestam temperaturas inferiores a 10ºC (geladeira/freezer) ou superiores a 65ºC (cozimento dos alimentos). Por isso, a dica principal para quem não quer este tipo de problemas é saber armazenar e preparar corretamente os alimentos — comenta a nutricionista.
Segundo a especialista, é importante ter cuidado com carnes, peixes, frutos do mar e aves, pois os alimentos de origem animal são os mais sujeitos a contaminações. Quanto maior o manuseio durante o processamento, na fase de armazenagem ou ainda no preparo, maiores as chances de proliferação de bactérias.
A prevenção é sempre mais importante. A nutricionista dá algumas dicas:
— Beba muita água, sucos naturais e água de coco para estar sempre hidratado
— Mantenha os alimentos e bebidas bem refrigerados e fique sempre de olho nos prazos de validade
— Mantenha os alimentos crus longe dos cozidos
— Evite refeições e lanches que estejam prontos há mais de duas horas
— Não consuma alimentos com alteração de cheiro cor e sabor
— Não ingira alimentos em embalagens danificadas
São pequenos cuidados que certamente vão fazer toda a diferença nas suas férias.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Tábuas de corte coloridas

Para a manipulação dos alimentos, recomenda-se a utilização de placas de corte de acordo com as cores e os alimentos específicos, evitando a contaminação cruzada. 


As tábuas coloridas têm um padrão internacional de cores.

Cor BRANCA: Laticínios, Pães e Frutas

Cor AMARELA: Aves 

Cor AZUL: Peixes e Frutos do mar

Cor VERDE: Folhas, legumes e verduras

Cor VERMELHA: Carnes cruas (suínas/ bovinas)

Cor BEGE: Alimentos cozidos, assados, charcutaria e embutidos


Profissionais - São feitas em polietileno com tratamento antibacteriano


Técnico em Agroindústria
Jose Francisco

Minha missão como Técnico em agroindústria é Proteger a saúde das pessoas ao produzir ou manipular alimentos com qualidade, velando pela a segurança dos alimentos, evitando obstáculos ao comercio, garantindo alimentos seguros e uma oferta variada de alimentos.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Preparo e armazenamento dos alimentos

Seu alimento é seguro?


Ao preparar e guardar:

Alimentos preparados sem a devida atenção podem ser perigosos  e até fatais. É bom saber preparar e armazenar alimentos da forma correta para evitar doenças. Veja quatro sugestões a seguir:

Não descongele carne em temperatura ambiente:

Embora o interior da carne ainda possa estar congelada enquanto ela descongela, sua parte externa pode está na zona de perigo, entre 4°C e 60°C – temperatura em que as bactérias se multiplicam rapidamente. Sempre deixe os alimentos descongelarem na geladeira ou mergulhar do em  água fria (numa embalagem bem selada), ou então use o micro-ondas.

Cozinhe bem:

Segundo a organização mundial da saúde, o cozimento correto mata quase  todas os micro – organismo perigosos. Ao  preparar alimentos, em especial sopas e ensopados, certifique-se  de que  a temperatura  atinja no mínimo  70 °C. Visto  que pode ser difícil saber a temperatura interna de alguns pratos, muitos cozinheiros usam um termômetro para carne.

Não demore em servir:

Depois de prontos, prato não deve ficar em temperatura ambiente por muito tempo ele deve ser servido logo, de preferencia imediatamente, para evitar que estrague. Pratos  frios devem ser mantidos frios , e pratos quentes, quente . Você pode manter a carne aquecida no forno a cerca de 90°C.

De atenção ao modo de guardar as sobras:
             
Sirva as refeições sempre que elas estiverem prontas . Mas se você preparar uma quantidade muito grande de alimentos e sobrar, congele o alimento excedente em pequenas porções  para facilitar o descongelamento depois. Sobras guardadas na geladeira devem ser consumidas dentro de três ou quatro dias.


Consultor de alimentos
José Francisco

Dica: quando seu filho for preparar alimentos, sempre o lembre de ler  e seguir as instruções da embalagem.

O ALIMENTOS TÉC.COM DESEJA A TODOS VOCÊS UM FELIZ ANO NOVO!