sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Documentário norueguês abala credibilidade da ideologia de gênero


Aleteia Brasil


Teóricos do gênero chegam a afirmar que "não se interessam nem um pouco" pelas pesquisas científicas que os desmentem

Em 2011, um documentário transmitido em rede nacional na Noruega abalou a credibilidade dos defensores da ideologia de gênero nos países da Escandinávia.

O Conselho Nórdico de Ministros, que inclui autoridades da Noruega, da Suécia, da Dinamarca, da Finlândia e da Islândia, determinou a suspensão dos financiamentos até então concedidos ao Instituto Nórdico de Gênero, entidade promotora de ideias ligadas às chamadas “teorias de gênero“. A medida veio após a exibição, em 2010, do filme “Hjernevask” (“Lavagem Cerebral”), que questionava os fundamentos científicos dessas teorias – que, de fato, não passam de teorias sem comprovação empírica. Na Noruega, o documentário gerou intenso debate público sobre essa ideologia, que, mundo afora, Brasil incluso, vem sendo imposta de modo quase inquestionável por programas governamentais amparados em vasto respaldo midiático.

A produção do sociólogo e ator Harald Eia contrapõe as afirmações dos defensores da teoria de gênero com outras de estudiosos das neurociências e da psicologia evolutiva. Enquanto os teóricos do gênero afirmam que não há fundamento biológico nas diferenças de comportamento entre homens e mulheres e que elas se devem meramente a construções sociais, os outros cientistas mostram resultados de testes empíricos que constatam diferenças inatas nas preferências e comportamentos de homens e mulheres.

Os estudiosos das neurociências admitem que a cultura exerce influência nos comportamentos, mas demonstram que os genes são determinantes para algumas condutas. Já os teóricos do gênero afirmam que “não veem verdade” nas pesquisas dos neurocientistas, embora toda a base dos seus estudos de gênero seja apenas teórica e não empírica.


No vídeo, a “filósofa do gênero” Catherine Egeland, uma das entrevistadas, chega a afirmar que “não se interessa nem um pouco” por esse tipo de ciência e que “é espantoso que as pessoas se interessem em pesquisar essas diferenças” (!)

Como assistir ao documentário

Os sete episódios do documentário, legendados em português, estão disponíveis no YouTube Neste Link


Este é o primeiro deles:


Como foi que os gatos viraram “símbolos do demônio”?


Philip Kosloski / Aleteia Brasil


E esse preconceito, baseado em mera ignorância, ainda pode ter contribuído para a difusão da peste!

Ao contrário dos cachorros, os gatos eram vistos, no geral, como “símbolos do mal” em quase toda a Europa medieval. Essa má reputação parece ter surgido, pelo menos em parte, do aparente caráter “indolente” dos gatos.

Nas artes plásticas, eles representavam com frequência a luxúria, podendo ser vistos com essa conotação em representações da queda de Adão e Eva, por exemplo. Depois, passaram a ser interpretados como um símbolo de Satanás – em especial os gatos pretos, associados à bruxaria.

Alguns autores até consideram que existe certo vínculo entre o preconceito contra os gatos e a devastação provocada na Europa pelos surtos de peste. É que, segundo as hipóteses desses pesquisadores, a ignorância que sustentava esse preconceito levava a população a matar sistematicamente os gatos, a ponto de, em algumas localidades, eles terem chegado a desaparecer. E o resultado da ausência de gatos fez crescer por todo o continente a população de… ratos. Em decorrência disso, a peste propagada por esses roedores se estendeu mais rápida e facilmente, ceifando a vida de milhões de europeus em diversos surtos da doença, particularmente na dramática epidemia de peste negra que assolou o continente no século XIV, chegando ao auge entre 1346 e 1353.

Ao se identificar que o problema estava nos ratos muito mais do que nos gatos, os felinos passaram a ser relativamente bem-vindos em muitos lares – mas os gatos pretos ainda conservaram aquela associação com o mal, que, diga-se de passagem, sobrevive até hoje em dia.


Os gatos pretos continuam sendo injustamente associados, inclusive em nosso tempo, a conceitos supersticiosos como o de “azar” – e grande parte da responsabilidade pela perpetuação desse preconceito é da indústria do entretenimento, que insiste em produzir de filmes de terror a temas de Halloween explorando as crendices em torno aos pobres gatos pretos.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Cuidar dos netos pode diminuir o risco de demência dos avós


Sophia Swinford

Cuidar de netos pode ajudar a manter os idosos mais saudáveis ​​por mais tempo

Avós amorosos e comprometidos podem ser um presente para a família – especialmente quando os pais podem contar com eles para ajudar com as crianças!

Acontece que os avós também se beneficiam enormemente disso. Um estudo recente publicado pela North American Menopause Society mostrou que os avós que cuidam de seus netos uma vez por semana obtiveram pontuações mais altas em testes cognitivos em comparação com aqueles que não o fizeram.

Curiosamente, no entanto, o mesmo estudo também descobriu que os avós que cuidam de seus netos cinco vezes ou mais por semana obtiveram nota menor em testes cognitivos.

No passado, os estudos mostraram que a socialização é um fator importante na manutenção da cognição, que é fundamental para atrasar o início da demência, mas este é o primeiro estudo a olhar diretamente para o papel de ser avô e avó.


Então, vá em frente, ajude a cuidar dos seus netos uma vez por semana. Você está fazendo um favor para eles e para vocês mesmos.

Por que devemos fazer nossos filhos dormirem cedo


Calah Alexander



Aderir a um horário tem muitos benefícios para as crianças – e para os pais!

Minha cunhada e eu tivemos nossas primeiras crianças muito próximas. Mas enquanto eu estava descontraída (leia: preguiçosa) sobre horários para ir dormir, ela fez um plano com antecedência e o cumpriu. Desde o dia em que seu filho chegou do hospital, ele tinha hora para ir dormir. E era cedo, com o pôr do sol.

A hora para ir dormir da minha filha era quando ela adormecia no meu colo e eu a colocava no berço. Na verdade, ela realmente não teve uma hora para ir dormir estabelecida por anos. Ela ia para a cama quando o jantar acabava e a cozinha estava limpa e ela estava com sono, e isso podia ser às 8h da noite ou às 10h da noite. Eu não via problema e realmente cheguei a pensar que minha cunhada exagerava.

Até que minha filha entrou na pré-escola. De repente, tivemos como casal um tempo acordados que nunca havíamos tido antes… e ainda era cedo! Claro que nas primeiras semanas foi difícil a adaptação dela. Mas uma vez estabelecida a hora de dormir, às 8h da noite, aconteceu algo incrível.

Tudo entrou no ritmo. Ela acordava facilmente com um grande apetite, comia seu café da manhã, ia para a escola e voltava para casa no almoço com um grande apetite. Ela almoçava e tirava uma soneca, e as tardes estavam cheias de energia. Ela ouvia mais, as birras diminuíram, assim como os pedidos de petiscos. As horas de sono eram uma delícia. A vida, em resumo, tornou-se mais fácil e muito mais agradável.

Desde então, me convenci que é bom ir cedo para a cama. E dormir cedo não é apenas bom para as crianças – de acordo com Babble, isso também reduz o risco das crianças de desenvolver obesidade mais tarde na vida.

O estudo, publicado no Journal of Pediatrics de setembro, fornece novas evidências de que crianças em idade pré-escolar que dormem cedo estão em risco muito menor de desenvolver obesidade em seus anos de adolescência. Na verdade, os autores do estudo descobriram que “as crianças em idade pré-escolar que dormiam cedo durante a semana tinham metade da probabilidade de serem obesas quando adolescente em comparação com as crianças que dormiam tarde”. Em outras palavras, estabelecer boas rotinas de sono desde cedo pode ser um fator importante na prevenção da obesidade infantil.

Dormir cedo durante a semana corta pela metade o risco das crianças serem obesas quando adolescente. Essa é uma porcentagem enorme – e quando li isso, não pude deixar de lembrar da diferença no apetite da minha filha quando finalmente começamos a colocá-la para dormir mais cedo.

Dormir tarde geralmente incluía lanches tardios, e ela nunca teve muita fome pela manhã. Ela comia um pouco, então queria um lanche uma hora depois. E uma hora depois novamente. E meia hora depois de novo.

Dormir mais cedo não apenas contornou o problema dos lanches do final da noite, mas também prolongou e melhorou seu sono. Ela dormia menos agitada, dormia mais facilmente e acordava com mais energia. Pareceu-me que uma boa noite de sono estimulava seus níveis de apetite e energia, então ela estava mais disposta a comer um grande e equilibrado café da manhã e depois passava horas sem sentir a necessidade de recarregar.

É preciso se certificar de que as crianças dormem o suficiente. Para crianças em idade pré-escolar, são necessárias 10 a 13 horas de sono por noite; para crianças do ensino fundamental, de 9 a 12 horas. Perder o sono necessário pode afetar negativamente a capacidade de seus corpos de regular emoções, hormônios e metabolismo, além de inibir o desenvolvimento cognitivo.


Simplificando, o sono é tão essencial para a saúde dos nossos filhos como a nutrição e o exercício, e devemos priorizá-lo. Mas se você precisar de uma pequena motivação extra para enfrentar as horas para ir dormir com mais disciplina, apenas pense nos benefícios que você receberá em troca: longas horas de silêncio.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Sabia que os bebês dentro do útero adoram “ver” os rostos humanos?


Anna O'Neil


Será que eles ficam tão ansiosos para conhecer nossos rostos quanto nós para vermos os deles?

No terceiro trimestre da gestação, o feto está cada vez mais consciente do mundo fora do útero. Você sabia que ele consegue ouvir a voz de sua mãe desde a 18.ª semana da gravidez? Algumas semanas depois disso, ele também já vê a luz que ultrapassa as paredes do útero.

São fatos que intrigaram os cientistas. Se um bebê que ainda não nasceu pode enxergar a luz, e podemos fazer um ultrassom 4D e ter uma ideia muito clara das reações do bebê, então ele seria atraído para uma configuração de luz semelhante ao rosto? Foi o que perguntaram os pesquisadores. Vincent Reid e seus colegas da universidade britânica de Lancaster observaram 39 bebês no útero, virando a cabeça deles em direção a três pontos de luz que brilhavam através da parede uterina. A luz destinava-se a imitar um padrão de rosto rudimentar, com dois pontos acima, como os olhos, e um centralizado abaixo deles, onde seria uma boca.

Mas eles não estavam interessados somente nos pontos luminosos. Os cientistas descobriam que os bebês eram mais propensos a seguir o padrão que imitava um rosto humano. Quando os pesquisadores invertiam o formato das luzes, os bebês não reagiam.

Nós sabemos que os recém-nascidos são atraídos para os rostos humanos, embora sua visão seja muito pobre. Eles não veem detalhes, apenas manchas escuras e leves que indicam os olhos e a boca da mãe, desde que ela não esteja muito distante. E quanto aos bebês nascidos prematuramente, eles são tão interessados em rostos quanto os bebês que atingem o período gestacional completo.

A questão, como sempre, é “por que isso tudo interessa?” Interessa porque todos querem saber sobre o que os bebês podem fazer dentro do útero, o quanto eles sabem etc. Mas, isso não vai transformar todo mundo em pró-vida, já que nem a ultrassom o fez.

Ainda assim, isso muito é importante para mim. Estou sentada aqui sentindo meu próprio filho minúsculo se contorcendo dentro de mim. Eu acho que isso importa porque diz que o bebê, a seu modo, está tão ansioso para ver meu rosto quanto eu para ver o dele. Ele diz que ele está se preparando para mim, assim como eu estou me preparando para ele. O amor começa muito pequeno, em ações tão simples como o contato com os olhos. E essa conexão cresce tanto que reflete o próprio amor de Deus, a própria essência de Deus. Este meu bebê já está se preparando para se apaixonar, primeiro por mim, depois por sua família, e espero, finalmente, por toda a família humana, especialmente por Cristo, que tem um rosto humano também.


Os seres humanos são feitos para o amor. E eu adorei saber que, mesmo antes do nascimento do meu filho, ele está desenvolvendo uma atração inata para o rosto humano. É exatamente a maneira como sua vida deve começar, uma vez que o trabalho da nossa vida inteira é gerar essa semente de amor e torná-la algo celestial.

Livres das drogas e do álcool: a experiência de três jovens


Fazenda da Esperança



Edição do Programa Fazendo Esperança. Em o ‘Vida na Fazenda’, apresentamos experiências de três jovens que passaram pela Fazenda e vivem em realidades diferentes levando o Carisma da Esperança com sua vidas. Em ‘O Nosso Carisma’, Padre Anderson nos traz um reflexão sobre a Palavra. E teremos o testemunho de Fátima de Maria, uma Embaixadora da Esperança de São Luís/MA.

Por que o casamento católico é para sempre? Há exceções?



9 perguntas frequentes com respostas claras para conhecer e entender o que a Igreja diz

1. Por que o matrimônio é indissolúvel?

Para a Igreja, é claro que Deus, ao fazer o casal com a possibilidade de entregar-se e chegar a ser uma só carne, quis desde sempre que a união matrimonial fosse permanente. Este é igualmente o desejo daqueles que se amam e se unem em casamento, pois ninguém quer que sua união fracasse ou se rompa.

Por isso, Cristo, salvador do mal, deu aos esposos a oportunidade de amar-se com um amor cristão, ou seja, de fazer do seu vínculo uma aliança inquebrantável, pois se baseia no compromisso de amar-se como Jesus ama e no apoio da graça divina, que sempre sustenta os que desejam viver do seu amor.

Por isso, convertido por Cristo em sacramento, o matrimônio estabelece uma união garantida pelo próprio Deus e cuja santidade e força não pode ser rompida por nenhuma pessoa (Mt 19, 3-6). São Paulo reforça este ensinamento recordando que é vontade do próprio Jesus que os esposos permaneçam unidos (1 Cor 7, 10-11 e Ef 5, 23-33).

Em coerência com a Palavra de Deus, a Igreja não reconhece o divórcio civil, pois o Estado não pode dissolver o que é indissolúvel, e convida a analisar toda dor e dano que as rupturas matrimoniais causam ao casal e aos filhos (sugestão de leitura: Catecismo da Igreja Católica, 2382-2386).

A única forma de um vínculo matrimonial se dissolver pela Igreja é provando, mediante um processo de nulidade diante de um tribunal eclesiástico, que tal vínculo foi nulo, ou seja, que, por diversas razões, nunca foi um verdadeiro matrimônio.

2. Qual é a diferença entre o divórcio civil e a separação de corpos na Igreja?

A separação existe na Igreja para situações extremas, quando se demonstra que a convivência é impossível e que causa um dano sério para alguns dos cônjuges ou dos filhos. Por isso, esta "separação de corpos" não é divórcio, pois o vínculo estabelecido pelo sacramento continua existindo e os cônjuges não podem voltar a se casar (cf. Código de Direito Canônico, 1155).

3. Quais são as causas aceitas pela Igreja para que um casal se separe?

O Direito Canônico vigente, no número 1153, diz: "Se um dos cônjuges é causa de grave perigo para a alma ou para o corpo do outro cônjuge ou dos filhos ou, de outra forma, torna muito difícil a convivência, está oferecendo ao outro causa legítima de separação".

O perigo espiritual se refere a quando um dos cônjuges abandona a fé católica para se unir a uma seita e obriga o outro ou os filhos a fazer o mesmo, ou não permite que seu cônjuge pratique sua fé, ou o obriga a cometer algum ato imoral.

O perigo físico consiste na violência (física ou mental) no trato com o outro cônjuge ou com os filhos, seja por doença mental ou vícios.

O adultério sistemático também atenta contra o dever à fidelidade e poderia ser, em caso muito extremo, motivo legítimo de uma separação (Direito Canônico, 1152).

4. Quais são os efeitos civis da separação do casal católico?

Os separados têm o vínculo matrimonial vigente. Por isso, não podem voltar a se casar pela Igreja. Nos países onde o casamentocatólico tem validez civil, os separados tampouco podem contrair casamento civil, a não ser que se dissolvam as obrigações legais do vínculo sacramental anteriormente adquirido (divórcio).

Entre os separados, não é exigível o débito conjugal. Entre eles, cessam igualmente os demais direitos e obrigações próprios da convivência, exceto as obrigações relativas aos filhos e à devida assistência à esposa.

A sociedade conjugal pode se dissolver quando isso é pedido adicionalmente ao juiz. Finalmente, os separados podem se unir novamente, suspendendo a separação.

5. Um católico pode pedir o divórcio civil?

Em países onde legalmente não se reconhece a figura da separação de corpos, mas apenas o divórcio, o católico pode recorrer a esta figura para conseguir os efeitos que lhe proporciona a separação de corpos; mas deve evitar o escândalo, ou que alguém se confunda em sua fé.

6. Um divorciado pode receber a Eucaristia?

Sim. Os separados e divorciados que praticam sua fé e não voltaram a se casar, ou que tenham dissolvido seu vínculo matrimonial anterior por meio da nulidade podem comungar.

E aqueles que permanecem em uma união irregular (divorciados que voltaram a se casar ou vivem em união livre), que, por diversas razões, não podem converter tal relação em um legítimo matrimônio sacramental, são acolhidos maternalmente pela Igreja em suas celebrações, motivados a alimentar sua relação com o Senhor mediante a oração, a comunhão espiritual e a meditação da Palavra; e são desafiados a participar plenamente da Eucaristia quando se comprometem a viver em abstinência das relações sexuais. Para aprofundar neste tema, clique aqui.

7. Uma pessoa divorciada pode voltar a se casar?

Enquanto seu ex-cônjuge viver, um divorciado só pode voltar a se casar se seu vínculo prévio for dissolvido por meio da nulidade eclesiástica.

De maneira similar, se seu cônjuge teve um casamento anterior e não recebeu um decreto de invalidez de um tribunal eclesiástico (nulidade), a pessoa não pode participar dos sacramentos.

8. Um divorciado não católico pode se casar pela Igreja com uma pessoa católica?

A Igreja Católica respeita todos os vínculos matrimoniais de outras religiões, e inclusive entre pessoas não crentes, e presume que eles são válidos. Por isso, antes de um casamento católico, é preciso dissolver este vínculo prévio diante de um tribunal eclesiástico.

Este conceito pode ser difícil de entender para alguém que provém de uma fé que aceita o divórcio e a possibilidade de voltar a se casar. Algumas pessoas nesta situação receberam assessoria de um sacerdote ou diácono para entender melhor as razões e para ser orientadas sobre o procedimento a seguir. Solicitar a anulação do vínculo anterior pode ser um belo gesto de amor pelo seu futuro cônjuge.

9. Que apoio espiritual a Igreja oferece aos separados e divorciados?


A Igreja entende o sofrimento dos que vivem esta situação. E quando a separação ou o divórcio foram a única possível saída, a Igreja lhes oferece seu apoio e os convida a permanecer perto do Senhor, nutrindo-se dos sacramentos. Em algumas dioceses, existem também grupos de apoio para divorciados, separados e viúvos.