quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Kate Winslet e Leonardo DiCaprio salvam a vida de uma grávida com câncer



Por: Blanca de Ugarte


Os protagonistas de "Titanic" deram uma verdadeira lição de compaixão e solidariedade

A história de Gemma Nuttall tocou o coração de Leonardo DiCaprio e Kate Winslet. Aos 29 anos, quando estava grávida, ela foi diagnosticada com um agressivo câncer de ovário e, para salvar o bebê, recusou a quimioterapia. Com isso, ela passou a assumir todas as consequências da decisão. Sabia que poderia até morrer, mas se sentia em dívida com a criatura que carregava no seu ventre, pois, segundo o que ela explicou, foi graças à gravidez que ela ficou sabendo que estava doente. “Ela salvou a minha vida, ela foi a razão pela qual eu descobri o câncer. Senti que eu precisa lhe retribuir o favor”.

O tempo passou e, com 26 semanas de gestação, Gemma deu à luz a pequena Penélope, uma linda menina, que foi muito abraçada e beijada. Naquele momento ela decidiu se submeter ao tratamento quimioterápico em busca de uma cura para a sua complicada doença.



Mas as coisas pioraram. Depois do parto, os médicos descobriram que o câncer tinha atingido o colo do útero e lhe deram entre seis e nove meses de vida. Gemma foi submetida aos cuidados paliativos, pois os especialistas achavam que não tinham mais opções para salvar a vida dela.

Mas a resiliência desta mulher é digna de admiração. Ela optou por não se render. Procurou e encontrou uma clínica na Alemanha, onde poderia fazer um tratamento de imunoterapia. Para isso, precisava de US$ 300 mil e fez uma campanha de arrecadação de fundos para custear o tratamento.

Kate Winsley ficou sabendo da história. A atriz, mãe de três filhos, se comoveu, colocou-se no lugar de Gemma e decidiu bancar o tratamento da mulher. Leonardo DiCaprio, seu companheiro no filme Titanic, uniu-se a ela na ação solidária. Agora, cinco meses depois, a jovem mãe sorri novamente para a vida com mais intensidade.

O agradecimento de Gemma é profundo: “eu disse a eles que nunca poderia agradecê-los o suficiente, e ela [Kate] me disse para não ser boba. Disse que leu sobre minha história, que tinha três filhos e que pensou como se ela estivesse naquela situação”, explicou Gemma em uma entrevista ao “Daily Mirror”.


Dizia Elbert Hubbar: “aquele que se dá em grande serviço recebe uma grande recompensa”. Kate Winslet sabe bem disso. Tanto que ela declarou: “ meu maior privilégio foi aprender a usar a minha voz para ajudar ao próximo e defender aquele que não tem como se defender”.



O herói brasileiro que salvou centenas de vidas do nazismo e ajudou a tirar Nova York da crise


Jesús Colina


Apesar da relevância do seu trabalho, esse herói morreu no esquecimento

“Quem salva uma vida salva o universo inteiro”. Esta convicção levou Luiz Martins de Souza Dantas (1876-1954), embaixador do Brasil na França durante a Segunda Guerra Mundial, a arriscar sua carreira para salvar os perseguidos pelo nazismo.

Mas o que este diplomata não poderia imaginar é que, segundo cálculos, ele livraria da morte cerca de 800 pessoas, entre elas 474 judeus, e que um de seus beneficiados salvaria Nova York da crise econômica, em 1975.

Estamos falando de Felix Rohatyn, que reconheceu publicamente que “se não fosse por Souza Dantas, ao invés de estar aqui, olhando a Estátua da Liberdade estaria feito cinzas em Auschwitz”.

No dia 27 de janeiro de 2018, Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, por iniciativa das Nações Unidas, fontes da Fundação Internacional Raoul Wallenberg (Raoulwallenberg.net) revelaram à Aleteia que será construído um monumento em homenagem a Luiz Martins. Também está prestes a ser lançado o documentário “Querido Embaixador”, do diretor brasileiro Luis Fernando Goulart.

O filme, que ainda não tem data prevista para a estreia no Brasil, oferece, entre outras contribuições, uma entrevista com Rohatyn, que fará 90 anos no próximo dia 29 de maio.

Rohatyn, banqueiro de investimentos, conseguiu o que poucos achavam possível em 1975: a mediação entre a cidade de Nova York – submergida em uma imponente dívida – e seus credores e sindicatos, evitando a trágica falência para milhares de pessoas.

Mais tarde, Rohatyn foi nomeado embaixador dos Estados Unidos na França, fechando um curioso círculo virtuoso. É que a pessoa que salvou a vida dele (Souza Dantas) foi embaixador do Brasil na França desde 1922. A partir de junho de 1940, Dantas foi testemunha da massiva fuga de judeus e outros refugiados do horror nazista.

Um herói esquecido

As leis brasileiras proibiam a entrada de imigrantes judeus no país. No entanto, isso não foi um empecilho para a criatividade de Souza Dantas, que se valeu de uma interpretação muito ampla de uma licença limitada para justificar e conceder vistos para centenas de judeus e outros refugiados, livrando-os, assim, da perseguição.

A voz de Souza Dantas despertou o mundo para o pesadelo do nazismo. Em 1942, ele enviou uma carta ao ministro de Assuntos Exteriores do Brasil, Oswaldo Aranha, em que descreve os campos instalados pelos nazistas como o Inferno de Dante.

Sua obra de salvação aos perseguidos lhe causou um processo administrativo, aberto pelo presidente Getúlio Vargas em outubro de 1941. Dantas se livrou da condenação porque o processo ainda não tinha terminado quando a Alemanha nazista e o Brasil romperam suas relações diplomáticas. Vargas decidiu, então, esquecer o caso.

Depois dessa dura experiência, Luiz Martins de Souza Dantas voltou a Paris, onde morreu no esquecimento em 14 de abril de 1954.


Assista abaixo ao discurso de Felix Rohatyn em homenagem a Luiz Martins de Souza Dantas em evento organizado pela Fundação Wallenberg e os consulados de Portugal e Brasil em Nova York:



A esposa deformada e o marido cego, 17 anos depois



Redação da Aleteia


Uma história que arrepia e faz pensar no que realmente importa

Um casal vivia o sacramento do matrimônio com muito amor e alegria. Vinte anos de casados! Um dia, porém, aconteceu um incêndio violento na casa. Os vizinhos chamaram os bombeiros, mas a mulher e o marido acabaram indo parar no hospital.

Dias depois, os médicos disseram ao marido:

– Nós conseguimos salvar a sua esposa, mas ela está irreconhecível: da cintura pra cima é um engruvinhado de pele, a boca deformada, perdeu um pedaço do nariz, da orelha. Vai ser difícil ajudarmos sua mulher a retomar a vida.

Ele disse, com a voz baixa:

– Eu também sofri muito com esse fogo. Afinal, estou cego.

Foram para a casa nova, que conseguiram graças à ajuda dos parentes e amigos. E não saíam de casa. Ela ficou totalmente deformada. Viveram juntos mais dezessete anos e, então, a esposa veio a falecer.

No velório, qual não foi a surpresa dos parentes e amigos!

O marido estava sem os óculos e sem a bengala: na realidade, ele nunca tinha ficado cego.

Ele apenas sabia que a esposa que ele tanto amava não iria jamais conseguir se sentir à vontade se soubesse que ele estava enxergando a sua deformidade.

Amar, às vezes, exige este sacrifício: fazer-se de “cego” diante de coisas pouco relevantes, para que o outro consiga sentir um pouco mais da luz do sol.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Cardeal aprova cerimônias de “bênção” de casais homossexuais



Por Anian Christoph Wimmer


BERLIM, 05 Fev. 18 / 06:00 pm (ACI).- O Cardeal Reinhard Marx, presidente da Conferência Episcopal da Alemanha, assegurou que, para ele, os sacerdotes católicos podem realizar cerimônias de “bêenção” de casais homossexuais.

Em declarações à rádio alemã ‘Bavarian State Broadcasting’, em 3 de fevereiro, o Cardeal Marx disse que “não pode haver regras” sobre esse tema. Em vez disso, a decisão de se uma união homossexual deveria receber a bênção da Igreja deve estar nas mãos de “um sacerdote ou um responsável pela pastoral” e deve ser realizada de acordo com cada caso.

A entrevista foi feita por ocasião do décimo aniversário do Cardeal Marx como Arcebispo de Munique e Freising, na Alemanha.

Perguntaram ao Cardeal alemão: “por que a Igreja nem sempre avança quando se trata de exigências de alguns católicos sobre, por exemplo, a ordenação das diaconisas, a bênção dos casais homossexuais ou a abolição do celibato (sacerdotal) obrigatório?”.

O Arcebispo de Munique e Freising indicou que, para ele, a pergunta importante que deve ser realizada é como “a Igreja pode enfrentar os desafios expostos pelas novas circunstâncias atuais. Mas também pelas novas perspectivas”, especialmente em relação à pastoral.

Ao descrever esta situação como uma “orientação fundamental” destacada pelo Papa Francisco, o Cardeal Marx pediu para que a Igreja se coloque no lugar “e na situação do indivíduo... da sua história de vida, da sua biografia... das suas relações” mais seriamente e o acompanhe.

O Arcebispo alemão pediu recentemente uma abordagem individual da atenção pastoral, a qual, disse, não está sujeita a regulamentos gerais nem ao relativismo.

Esse “cuidado pastoral mais próximo” também deve aplicar-se aos homossexuais, disse o Cardeal Marx na entrevista.

“E também é necessário encorajar os sacerdotes e agentes pastorais a incentivarem as pessoas em situações concretas. Eu realmente não vejo nenhum problema nisso”.

A forma litúrgica específica dessa bênção, ou outra forma de “incentivo”, é um tema bastante diferente, disse o Cardeal, e requer uma consideração mais cuidadosa.

Perguntado se realmente está dizendo que “poderia imaginar uma forma de abençoar os casais homossexuais na Igreja Católica”, o Purpurado respondeu que “sim” e acrescentou que, entretanto, não poderiam ser “soluções gerais”.

“Trata-se do cuidado pastoral de casos individuais e isso também se aplica em outras áreas, que não podemos regular, onde não temos um conjunto de regras”, assinalou.

Para o presidente da Conferência Episcopal da Alemanha, a decisão sobre a bênção dos casais homossexuais deve ser tomada pelo “pastor no campo e o indivíduo sob o cuidado pastoral”.

O Cardeal também reiterou que, em sua opinião, “há coisas que não podem ser reguladas”.

Um católico pode ir ao CARNAVAL?

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Oração a Nossa Senhora da Luz ou da Candelária

A12


Nossa Senhora, pelo Espirito Santo iluminada, Mãe de nosso Senhor, nossa fonte de Luz...

Ó Senhora da Luz, dona de todas as graças,

cobre-nos com o teu manto resplandecente,

pois tu és a luz que nos guia pelas trevas

e, pela tua imensa misericórdia,

nos dás força e alento para seguir o nosso rumo,

que nos leva até a ti, ó Cheia de Graça!



Nossa Senhora, pelo Espirito Santo iluminada,

Mãe de nosso Senhor, nossa fonte de Luz,

tu és a nossa força e o nosso caminho

e nos proteges por entre montanhas e vales,

pelos desertos e ilhas, no sofrimento e na tortura,

nas perseguições que sofremos.



Ó Nossa Senhora da Luz, nossa Mãe,

cobre-nos com a tua interminável glória

e continua a iluminar o nosso caminho

com a tua interminável Luz.

Ó Nossa Senhora da Luz, Mãe de Deus,

ajuda-nos com a tua bondade infinita

a enfrentar todos os perigos e tentações,

para que, com a tua preciosa ajuda,

sigamos nosso caminho com a tua Luz,

longe da escuridão das trevas.

Amém!

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Os alimentos que mais ajudam a manter o corpo hidratado no verão


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Eu como técnico em Agroindústria aprendi que ter uma vida saudável é só se alimentar bem. Hoje o nosso tema será como manter o corpo hidratado no verão.

Nós como cristãos, também temos que nos alimentar bem, praticar esporte, fazer alguma atividade física para que possamos manter o templo do Espirito Santo, que é o nosso corpo, cheio de energia e saudável.

Beber água é fundamental para manter o nosso corpo hidratado. Além de hidratar o corpo a água faz muito bem ao organismo, ela atua em todas as funções do corpo (circulação, digestão, excreção), além de regular a temperatura do nosso organismo nos dias quentes.

Como nosso corpo não consegue armazenar água, todo líquido eliminado deve ser resposto para manter as funções vitais em ordem e evitar que nosso corpo entre em desidratação. Esse problema pode acontecer por uma série de fatores, como ingestão de líquido abaixo da necessidade do organismo e muita exposição ao sol.

Abaixo a professora-doutora de nutrição clínica, Ana Carolina Vasques da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), lista alguns alimentos, além da garrafinha de água tradicional, que ajudam a deixar o corpo mais hidratado no verão.


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Água. aromatizada Muita gente não gosta de beber água e, por isso, o recurso de aromatizá-la com algumas frutas e ervas, como laranja, limão, hortelã e alecrim, é uma boa opção para aumentar a palatabilidade. Lembrando que a necessidade de líquidos é individual, mas a recomendação geral é consumir, em média, dois litros de água por dia. Por isso, colocar um saborzinho no copo pode ajudar a atingir essa meta diária. 

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Água de coco. No calor, transpiramos muito e chegamos a perder até quase 1,4 litro de água pelo suor. Além do líquido, nós também eliminamos sais minerais e potássio e, por isso, a água de coco é tão recomendada. Ela é capaz de hidratar e ainda repor o potássio e outros minerais que escorreram no suor.

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Melancia. A fruta possui 92% de água na sua composição e ajuda a prevenir a desidratação. Isso porque além de contar com muita água, repondo os líquidos perdidos no suor, ela também repõe o potássio que é eliminado no suor.

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Melão. A fruta também é riquíssima é em água (90% da composição) e minerais que precisam estar em ordem para que o nosso organismo faça tarefas básicas, como digerir, absorver e excretar substâncias.

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Pepino. O legume tem 95% de água na sua composição e, por isso, é um bom alimento para ser incorporado à alimentação de quem quer se manter hidratado no verão. Para ter uma ideia de quanto você precisa consumir de líquidos para não desidratar, a conta é feita com base em 40 ml por cada kg de peso, ou seja, se você pesa 60 quilos, precisa de 2,4 litros de água para o corpo se manter hidratado.

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Salada. Além de refrescante, a salada também é um bom recurso para quem quer manter a hidratação em dia no calor, já que 96% da composição das folhas é Como nosso corpo não consegue armazenar água, todo líquido perdido deve ser resposto, e, quando isso não acontece, as funções vitais começam a ser prejudicadas e a desidratação acontece, podendo levar até a morte.