domingo, 18 de fevereiro de 2018
Garota zomba de imagem de Jesus Crucificado e Nossa Senhora como se eles estivessem tendo relação sexual
Garota posta eu seu facebook uma imagem de Jesus
Cristo crucificado e Nossa Senhora tendo relação sexual. Aqui não vou falar da
garota que postou essa foto, por não ter informações sobre quem fiz isso,
porque essa foto foi compartilhada por uma página do facebook que tem o nome do
cantor sertanejo Gustavo lima, essa página não deve ser oficial, foi algum fã
que a fez.
Esse fã compartilhou indignando: “Estou muito triste, olha o que
fizeram com essa imagem. Intolerância é crime. Essa menina não sabe o risco de
ofender Cristo”
O verdadeiro jejum, segundo o Papa
Por: Rádio Vaticano

“Não jejuem mais como
fazem hoje, de modo que se ouça o barulho”,
Jejuar com coerência e
não para aparecer. Na homilia da Missa na Casa Santa Marta, o Papa Francisco
advertiu quanto ao jejum incoerente, exortando a nos questionar sobre como nos
comportamos com os outros.
Na primeira leitura,
extraída do livro do Profeta Isaías (Is 58,1-9a), fala-se do jejum que o Senhor
quer: “quebrar as cadeias injustas, desligar as amarras do jugo, tornar livres
os que estão detidos, enfim romper todo tipo de sujeição”.
O jejum é uma dos
deveres da Quaresma, recordou o Papa. “Se não puder fazer um jejum total, que
faz sentir fome até os ossos, “faça um jejum humilde, mas verdadeiro”, pediu o
Papa.
É Isaías que evidencia
as inúmeras incoerências na prática da virtude: cuidar dos próprios interesses,
o dinheiro, enquanto o jejum é “um pouco despojar-se”; fazer penitência em paz
: “não pode, de um lado, falar com Deus e, de outro, falar com o diabo”, porque
é incoerente, advertiu o Francisco.
“Não jejuem mais como
fazem hoje, de modo que se ouça o barulho”, ou seja, nós jejuamos, nós somos
católicos, somos praticantes; eu pertenço àquela associação, nós jejuamos
sempre, fazemos penitência. Mas, vocês jejuam com coerência ou fazem a
penitência incoerentemente como diz o Senhor, com barulho, para que todos vejam
e digam: “Mas que pessoa justa, que homem justo, que mulher justa…” Este é um
disfarce; é maquiar a virtude”.
É preciso disfarçar,
mas seriamente, com o sorriso, isto é, não mostrar que está fazendo penitência.
“Procura a fome para ajudar os outros, mas sempre com o sorriso”, exortou o
Santo Padre.
O jejum consiste também
em humilhar-se e isso se realiza pensando nos próprios pecados e pedindo perdão
ao Senhor. “Mas, se este pecado que eu
cometi fosse descoberto, fosse publicado nos jornais, que vergonha!” – “Pois bem, envergonha-te!”, disse o Papa,
convidando também a quebrar as cadeias injustas.
“Eu penso a tantas
domésticas que ganham o pão com o seu trabalho: humilhadas, desprezadas… Nunca
pude esquecer uma vez que fui a casa de um amigo quando criança. Vi a mãe dar
um tapa na doméstica. 81 anos… Não
esqueci aquilo. “Sim, não Pai, eu nunca dou um tapa” – “Mas como os trata? Como
pessoas ou como escravos? Pagas a eles o justo? Dás a eles as férias, é uma
pessoa ou um animal que te ajuda em casa?”.
Pensem somente nisto. Nas nossas casas, nas nossas instituições, existe
isto. Como eu me comporto com a doméstica que tenho em casa, com as domésticas
que estão em casa?”
Então, um outro exemplo
nascido de sua experiência pessoal. Falando com um senhor muito culto que
explorava as domésticas, o Papa o fez entender que se tratava de um pecado
grave, porque são “como nós, imagem de Deus”, enquanto ele sustentava que eram
“pessoas inferiores”.
O jejum que o Senhor
quer – como recorda ainda a Primeira leitura – consiste em “partilhar o pão com
o faminto, no acolher em casa os miseráveis, sem-teto, em vestir os nus, sem
negligenciar o teu sangue”.
“Hoje – observa
Francisco – se discute se damos o teto ou não àqueles que vem pedi-lo”.
E, ao concluir, exorta
a fazer penitência, a “sentir um pouco a fome”, a “rezar mais” durante a
Quaresma e a perguntar-se como se comporta com os outros:
“O meu jejum chega a
ajudar os outros? Se não chega, é fingido, é incoerente e te leva pelo caminho
da vida dupla. Faço de conta ser cristão, justo…. como os fariseus, como os
saduceus. Mas, por dentro, não o sou. Peça humildemente a graça da coerência. A
coerência. Se eu não posso fazer algo, não a faço. Mas não fazê-la
incoerentemente. Fazer somente aquilo que eu posso fazer, mas com coerência
cristã. Que o Senhor nos dê esta graça”.
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018
Quando a mentira custa uma vida: a única vez em que não consegui evitar um aborto
Por: Sempre Família

Em 10 anos, Zezé Luz já
ajudou a salvar centenas de bebês, mas nunca se esqueceu do único caso que ela
perdeu
A cantora e líder
pró-vida Zezé Luz é bastante conhecida no meio católico e no movimento
pró-vida. Aos 50 anos de idade, Zezé viaja por todo o Brasil prestando
assistência a mulheres que por algum motivo escolhem o aborto como a solução
para os problemas que vêm enfrentando. Em dez anos de ativismo pró-vida, Zezé
conta já ter salvo 500 bebês do aborto. E perdeu um. Essa é a história que você
vai conhecer hoje.
O próprio testemunho de
Zezé – que abortou uma filha quando era jovem e hoje se arrepende – faz com que
muitas mulheres recorram a ela para buscar ajuda ou consolo. “Obviamente que
quanto mais você expõe a sua história em cada testemunho, pregação e retiro,
mais mulheres vêm completamente feridas”, conta ela.
“Uma vez preguei para
mil mulheres no Rio de Janeiro e uma veio chorando, se ajoelhou aos meus pés e
disse: ‘Eu fiz um aborto e não me perdoo. Eu sofro muito com isso, me ajude. O
meu marido pagou para eu tirar meu filho de dentro de mim, com 6 meses de
gestação. A metade saiu e a outra metade ficou dentro de mim e eu sofri uma
infecção. Fiquei 40 dias em uma UTI, quase morri e não perdoo meu marido pelo
que ele fez comigo’”, conta Zezé.
“São histórias que você
diz: ‘Meu Deus!’ Elas destroem a vida do ser humano. Porque criança é bênção,
filho é bênção. E toda mulher precisa ser amada e acolhida. Ela não precisa
passar por nenhum sofrimento”. É a experiência que Zezé busca proporcionar às
gestantes em situação de vulnerabilidade.
A única perda em 10
anos
Em todos os seus anos
de atendimento às gestantes e defesa dos nascituros, Zezé conta que apenas uma
vez não conseguiu dissuadir uma mulher de fazer um aborto. A moça, uma goiana
de 17 anos, relatou que havia engravidado ao ser estuprada pelo marido de sua
mãe. “Viajei até a cidade dela e fui à sua casa. O aborto estava marcado para o
dia seguinte”, relata Zezé.
“A moça já estava com
tudo pronto para o aborto e conversei com ela no dia, a Elba Ramalho falou com
ela e a mãe dela também, por telefone”, diz a ativista. “A Elba disse que
adotaria a criança. Eu fiquei três dias na cidade, amparada pelos advogados que
a gente tem na rede, por psicólogos e assistentes sociais, oferecendo tudo para
aquela família”.
“Nós nos surpreendemos
quando entrei em contato com o suposto estuprador e ele me disse: ‘Eu não a
violentei. Namoramos há 8 meses e estamos planejando nos casar. Eu namorei a
mãe dela, mas aí me apaixonei por ela e agora a gente está junto’”, relata Zezé. “Eu respondi: ‘Então você tem o direito de
salvar esse filho’”.
“A moça nos enganou,
porque disse que eu poderia ir no dia seguinte às 7 horas da manhã para
continuarmos a nossa conversa, mas a mãe dela a levou para o hospital. O rapaz
foi até lá e a polícia estava na porta”, conta. “Ele foi algemado, mas pôde se
ajoelhar e pediu perdão a um sacerdote no local. Eu entrei no hospital, busquei
o médico que estava fazendo o procedimento e pedi clemência à médica. Avisei
para que ela aguardasse os novos fatos. Fomos ao fórum, levamos habeas corpus,
a delegada entrou no hospital, deu ordem de prisão e pediu para que ninguém
continuasse o procedimento de aplicação do abortivo na veia da adolescente”.
“Naquele dia nós
ficamos no hall do hospital pedindo a Deus para a criança não ser esquartejada.
Enquanto isso a juíza saiu do fórum, foi até o hospital e decretou que a
criança tinha que continuar sendo morta gradativamente pela dosagem do
abortivo”, conta Zezé. “Nesse dia eu precisei voltar para o Rio e de madrugada
a delegada lá da cidade me ligou aos prantos dizendo que a criança havia sido
morta. Era um menino. O rapaz era mesmo inocente. A moça ficou trinta dias
internada com uma infecção, o que prova que não existe aborto seguro: o dela
não foi e nem o meu. Nós criamos uma rede de intercessão para orar para que ela
não morresse”.
“Acho que foi o caso
mais traumatizante, porque eu não havia perdido nenhum bebê até então. E
fizemos o que foi possível como movimento e estrutura de apoio. Tudo por uma
mentira!”, avalia Zezé. A moça havia sido abandonada pela mãe anteriormente e
tinha medo que a mãe voltasse a abandoná-la se soubesse que o seu namorado a
havia traído com a filha.
A vida humana, valor
inegociável
“Nada justifica você
desistir da vida humana. A mulher não precisa sofrer ou sangrar, porque ela
nunca vai apagar da memória e do coração aquela criança que gestou. Eu sou mãe
de duas filhas: uma morta e uma viva”, avalia Zezé. “Se eu pudesse voltar
atrás, eu fugiria como Maria para proteger meu bebê, mas não posso mais fazer
isso. O que posso fazer é lutar para que a cultura de morte não assole essa
nação. Que os governantes tenham essa consciência: a nação não pode se insurgir
sobre ela mesma. Por que o que vai ser daqui para frente? Seres humanos matando
uns aos outros porque simplesmente não aceitam sua realidade de vida?”
Ela diz que, sempre que
atende uma adolescente grávida que está cogitando o aborto, pergunta a ela se
os pais estão sabendo do que está acontecendo. “É que se minha mãe tivesse
conhecimento, ela jamais teria permitido que eu saísse na companhia de alguém e
entrasse em um hospital para fazer o aborto. Ela teria criado a neta, minha
filha”, conta. “Minha mãe usa antidepressivos hoje porque ela diz que a doença
foi agravada por aquilo que fiz. Ela não viveu diretamente esse trauma, mas ela
também sofre com ele”.
Zezé recorda o caso da jovem Rebeca, que solicitou permissão para abortar ao STF por não ter condições
financeiras de criar o bebê. “Então metade da população brasileira vai matar seus
filhos por dificuldade financeira?”, questiona a ativista. “Estamos diante de
partidos que querem promover essa agenda e a gente sabe de onde vêm esses
recursos. Então chega de sujar esse solo e de sujar as mãos de sangue”.
“Que a gente possa
olhar nos olhos de cada criança e refletir essa vida bela e plena que Deus
deseja para nós. Que as mulheres que sofreram algum trauma como eu sofri possam
se levantar recomeçar e voltar à sua consciência e reconhecer sua prática se
reconciliando com Deus e com seu bebê”, conclui.
Devo me abster de sexo durante a Quaresma?

Katrina Fernandez

O que a Igreja diz sobre isso?
Mensagem do leitor:
Querida Katrina,
Devo me abster de sexo durante a Quaresma? É algo
que minha esposa e eu discutimos e queria saber qual é a posição da Igreja
sobre isso.
Obrigado!
– A
_____
Prezado A,
Embora a Igreja não tenha um ensinamento oficial
sobre a abstinência do sexo durante a Quaresma, acredita-se que a prática tenha
sido encorajada nos séculos XIV e XV, de acordo com o professor de História do
Cristianismo, Denis Janz, na Universidade Loyola, em Nova Orleans. Sabemos
disso porque, segundo Janz, os registros da Igreja mostraram um declínio
acentuado nos nascimentos nove meses após a Quaresma.
Espera-se que os católicos deixem de comer carne nas
sextas-feiras da Quaresma e façam jejum na Quarta-feira de Cinzas e na
Sexta-feira Santa. Largar um vício ou adicionar uma prática piedosa durante o
período de 40 dias é mais habitual do que necessário. Aquilo de que você decide
se abster só diz respeito a você e, neste caso, à sua esposa. No entanto, o ato
de abster-se do sexo para crescer na santidade tem raízes bíblicas. Paulo
Apóstolo aprovou a prática de um celibato temporário para se envolver em uma
disciplina espiritual especial de oração aumentada:
“Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum
acordo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração; e depois retornai
novamente um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa
incontinência” (1 Coríntios 7: 5).
É importante que a decisão de abster-se do ato
conjugal como forma de oração e penitência seja tomada mutuamente. Um cônjuge
nunca deve decidir unilateralmente que eles vão ser mais espiritualistas
durante esse período e reter ou recusar os pedidos do outro. Considere também
se esse ato de piedade pode se tornar um obstáculo para a caridade ou plantar
sementes de ressentimento. Ou seja: se a abstinência sexual estiver causando
animosidade ou uma divisão conjugal, então, obviamente, não está cumprindo seu
objetivo.
Há uma abundância de benefícios proporcionados pela
abstinência sexual, como: incentivar a generosidade, melhorar a vida de oração,
melhorar o autocontrole, construir a comunicação entre os cônjuges, bem como
descobrir novas formas de carinho que possam fortalecer a intimidade.
Se vocês dois decidirem se abster de sexo na
Quaresma, considere também que estará tudo bem se você desistir disso, achar
muito desafiador ou encarar a penitência como uma pressão sobre o casamento.
Como eu disse, só é recomendável não ingerir carne às sextas-feiras e fazer o
jejum na Quarta-feira de Cinzas e Sexta-feira Santa.
Você pode até considerar uma versão mais leve da sua
decisão sobre sexo neste período, como abster-se da atividade sexual somente na
Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa ou apenas durante a Semana Santa.
Seja qual for a sua decisão, espero que ela ajude vocês a crescerem como casal
e os aproxime de Cristo, o que deve ser o objetivo final.
Você tem algum problema ou dúvida sobre a sua vida
católica? Peça ajuda a Katrina. Escreva para askkatrina@aleteia.org
Histórias que mostram como a bondade está em todos nós
Por: Incrível.club

Qual dessas histórias
mais toca o seu coração?
Para ajudar uma pessoa
você não precisa ser rico. Ajuda não significa necessariamente doar milhões de
reais. A bondade está nos pequenos atos, como dar de comer a um cachorro
faminto, ajudar uma pessoa mais velha a atravessar a rua, ou simplesmente
sorrir para alguém no elevador. Tudo isso é bondade e deveria ser parte do
nosso dia a dia.
Confira as histórias
que trazemos hoje e perceba como todos podemos fazer deste mundo um lugar
melhor.
Hoje doei sangue. Na
volta para casa, dentro do ônibus, passei mal e desmaiei. Além da ajuda dos
outros passageiros, o motorista mudou o trajeto e me levou ao hospital. Para
completar, ele não me cobrou a viagem. Meu dinheiro e meu celular caíram do meu
bolso, mas as pessoas me devolveram. Gostaria de agradecer a cada uma delas.
Um homem veio até mim
em um restaurante e me disse: “Divide a comida comigo, por favor. Não como há 3
dias, depois eu te pago”. Ele anotou o meu número de telefone. Dois dias
depois, recebo uma mensagem no celular com o aviso de um depósito: ’Como
prometido’.
Um dia desses, em uma
sorveteria, fui ao caixa e vi 3 crianças que deveriam ter entre 6 e 8 anos.
Queriam comprar sorvete, mas as moedas não eram suficientes. Ajudei com o que
faltava. Vocês não imaginam o brilho no olhar de cada uma delas!
Na fila do supermercado
percebi que uma mulher na minha frente esqueceu o Kinder Ovo no caixa. A
tentação de pegá-lo era enorme, mas optei por ir até ela e dar o que ela tinha
esquecido. Imagina! Bem eu que sou fissurado em Kinder Ovo!
Não tinha dormido
durante dois dias por causa de um relatório que tinha que escrever. À noite,
acabei dormindo no escritório e acordei em casa. Meu chefe ligou para o meu
marido, pediu que me buscasse e me deu dois dias de folga.
Hoje é o meu dia. Não,
não é o meu aniversário. É o aniversário do dia que meus pais me adotaram.
Hoje, com 21 anos, meu marido e eu vamos adotar uma garota no mesmo lar onde eu
morei. Ela e eu teremos um dia especial em comum.
Estava atrasada para a
minha primeira prova. Meu professor é um homem rígido que sempre diz que atraso
significa reprovação imediata. Corri até o ponto de ônibus, cruzei a rua e a
polícia me parou. Me disse que eu havia cruzado em local proibido. Comecei a
chorar e contei o que estava acontecendo. Com uma expressão séria, ele me
disse: “Suba no carro“. Subi e ele completou: ” Não se preocupe. Onde você
estuda?”. Ele me levou até a escola com a sirene ligada.
Há aproximadamente uma
semana estava eu em um ônibus completamente lotado. No ponto seguinte, uma
garota subiu. O salto alto dela media mais ou menos 14 cm. Eu sei como dói
andar de ônibus com salto alto, portanto ofereci o meu lugar. Ela agradeceu e
sentou. O mesmo acontecera comigo antes, uma outra garota foi igualmente
compreensiva e me deixou sentar no lugar dela.
Hoje, em uma loja, vi
um senhorzinho contando suas moedas para comprar leite. Aparentemente, ele não
sabia se o dinheiro seria suficiente. Um garoto se aproximou, colocou uma nota
no chão, tocou no ombro do velhinho e disse: “Olhe, o senhor deixou cair algo”
e foi embora.
Um mendigo se aproximou
e me pediu dinheiro para comprar comida para ele e para o seu amigo, que estava
muito mal. Não dei dinheiro, mas comprei um sanduíche. Decidi ir atrás dele
para ver o tal amigo. Ele dobrou a esquina, deu uma mordida no sanduíche e deu
o resto para um cachorro, que estava deitado com uma patinha quebrada.
Sou professor e há
poucos dias percebi que os alunos saíram da escola durante o intervalo. Pensei
que eles queriam fumar e decidi ir atrás deles. O que eu vi me impressionou.
Eles levaram roupa e comida a um mendigo que mora perto da escola. Eles
gastaram o próprio dinheiro para ajudá-lo. Decidimos conversar com o diretor e
o mendigo foi contratado como segurança da escola. Agora, ele tem onde morar e
um trabalho.
Recebi meu salário e
fui até o supermercado. Na hora de pagar, percebi que na nota de 50 estava
escrito ’Se você vir uma pessoa necessitada, dê a ela esses 50 reais. Ela
precisa mais do que você. Faça algo bom’. Paguei com outra nota e deixei essa
no bolso. Ontem, enquanto esperava o ônibus, um homem se aproximou e me pediu
umas moedas para comprar pão. Tirei a nota de 50 e dei a ele. Depois, peguei
outra nota e escrevi a mesma mensagem: ’Se você vir uma pessoa necessitada, dê
a ela esses 50 reais. Ela precisa mais do que você. Faça algo bom’. Bondade não
se guarda, se multiplica.
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