sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Como católicos, somos incentivados a usar roupas roxas na Quaresma?
Por: Redação da Aleteia / Adriana Bello

As "vestes da
alma" devem refletir-se em nossa roupa do corpo, mas os símbolos por si
sós não têm valor algum sem a coerência do coração
AQuaresma não é uma
temporada de moda tipo “primavera-verão” ou “outono-inverno”, e o uso de uma
cor diferenciada nesse tempo litúrgico não se deve a nenhuma questão de
“tendência”. Não é esta a “lógica” das cores e símbolos na vida católica.
Trata-se de 40 dias de
especial recolhimento, reflexão, oração, penitência e conversão espiritual em
preparação para a Santa Páscoa. Também externamente, e como meio para nos
ajudar a cultivar essas disposições interiores, a Igreja recorre a símbolos que
nos recordam e incentivam a viver esse período com a devida profundidade. O
roxo é um desses símbolos.

Jesus foi revestido de
um manto roxo durante a sua Paixão, como forma de burla por parte dos soldados
por ter-se apresentado como rei dos judeus. Já naquele tempo, os tons roxos
compunham um símbolo de realeza e especial dignidade. No Êxodo, por exemplo,
lemos que Moisés recebeu a ordem de fazer o tabernáculo “com dez cortinas de
linho fino retorcido, de púrpura violeta, púrpura escarlate e carmesim” (cf. Ex
26, 1); e, em II Crônicas 3,14, vemos que o rei Salomão ordenou decorar o
templo de Jerusalém com tecidos desses mesmos tons.
A Igreja decidiu manter
o roxo como símbolo da Paixão de Cristo e como recordatório da nossa própria
participação nela, bem como da divindade desse Cristo que se oferece ao
sacrifício da Cruz para nos redimir dos nossos pecados.
É neste sentido que o
roxo é a cor litúrgica da Quaresma.

É claro que não basta
nos vestirmos de roxo para “combinar” com esse tempo litúrgico: uma minissaia,
por mais roxa que seja, não vai refletir a postura de recolhimento e modéstia
que somos convidados a adotar todos os dias, mas na Quaresma com particular
intensidade. O roxo em símbolos exteriores é apenas uma parte de toda uma
disposição mais ampla de espírito. É por isso, aliás, que não somos chamados
pela Igreja a nos vestir de roxo durante 40 dias. O importante é a postura
coerente entre o nosso interior e as nossas manifestações exteriores.
Conscientes do essencial, podemos, embora não exista nenhum tipo de
obrigatoriedade, usar algum detalhe em roxo, como uma pulseira, um lenço, um
acessório discreto e modesto que simplesmente sirva como lembrete (e
testemunho) do significado deste precioso tempo quaresmal.

É importante observar
que, no Domingo de Ramos e na Sexta-Feira Santa, o roxo é substituído pelo
vermelho, a fim de simbolizar tanto o sacrifício até o martírio quanto a força
triunfante da vida em Deus. Já no Domingo de Páscoa, a cor litúrgica é o
branco, outro símbolo tradicional de vida e também de pureza espiritual, paz e
júbilo.
Mas lembremo-nos: de
nada adianta focar em símbolos externos se o nosso coração não estiver vivendo
o real significado deste profundo tempo de conversão!
10 Dicas para encontrar ou cultivar um amor

Mundo da Psicologia

Tenha um relacionamento
de sucesso
Se você quer achar um
amor ou cultivar o que você já tem, dê uma olhada nessas 10 dicas sobre
relacionamentos para o seu ser um sucesso:
1- Admiração
Um dos pilares que
sustenta o relacionamento é a admiração, junto com o respeito e a confiança. É
preciso admirar alguém para amá-lo.
2 – Ciúmes não é
necessário
Não caia naquela de que
uma pitada de ciúmes é bom porque não é. O ciúme nada mais é do que escancarar
para o mundo o quanto você é inseguro e incoerente. Se para você a fidelidade é
importante, então não tem por que você querer ficar com uma pessoa que você
acredita não ser fiel, certo? Brigar com alguém para que essa pessoa seja fiel
também não faz sentido. Você confia ou não em alguém. Alguém é confiável ou
não. Deixe as suas inseguranças para tratar com seu terapeuta.
3 – Individualidade
Quando estamos
apaixonados, queremos passar o máximo de tempo com a pessoa amada, mas é muito
importante manter nossa individualidade, sair com nossos amigos e continuar
fazendo coisas que fazíamos quando estávamos solteiros, sempre com bom senso, é
claro.
4 – Projetos pessoais
A admiração é um dos
pilares do amor e para manter-se admirável e com a sua autoestima alta, e
também para não sobrecarregar o outro, é necessário que você continue a ter
seus próprios sonhos projetos e objetivos e também que você os conquiste, dessa
forma você se sentirá realizado e será uma pessoa interessante e admirada por
quem te conhece e será uma honra estar ao seu lado.
5 – Projetos juntos
Mesmo que seja
necessário ter projetos pessoais, esses projetos precisam combinar, ou seja, se
o seu sonho é ser rica e famosa e você realmente se dedica pra isso, mas o seu
parceiro não gosta de sair, de ter amigos e não tem controle financeiro,
infelizmente seu sonho será prejudicado. É preciso comunicação clara nesse
momento e fazer projetos juntos para que um apoie o sonho do outro. Além de
projetos dos dois, como comprar uma casa, fazer uma viagem ou qualquer coisa
que precise da dedicação de ambos para acontecer.
6 – Reconhecimento
verbalizado
Todo ser humano precisa
ser amado, aceito e reconhecido para ser feliz, e é tão bom quando esse
reconhecimento vem da pessoa que a gente ama. Então não basta admirar seu amor,
é preciso falar os pontos positivos que você admira e os comportamentos que
você gosta de ver nele(a).
7 – Uma pitada de
romantismo
Nem todo casal é
romântico e isso não é nenhum problema, mas todo mundo gosta de carinho e
demonstração de afeto.
8 – Os dois têm que
ceder
Quando se está em um
relacionamento não se vive mais sozinho e isso parece óbvio, mas se o casal
briga muito, provavelmente é porque alguém não quer ceder e insiste em ficar
abraçado em seu orgulho. O orgulho nunca serve para nada e eu desafio alguém a
me dizer um benefício dele. Então deixe seu orgulho de lado e escolha ser feliz
ao invés de ter razão.
9 – Autoconhecimento
É importante para todas
as pessoas em todas as situações. Você precisa se conhecer bem para saber que
tipo de pessoa quer ao seu lado, que tipo de vida quer viver e quais são seus
valores e limites.
10 – Amor próprio
Ame-se em primeiro
lugar, não se humilhe, não fique em relacionamentos em que não se sinta
respeitada(o), não aceite menos do que alguém comprometido com você e com seus
sonhos. Não pense que ficará sozinha(o) para sempre e que por isso deve aceitar
qualquer um. Você tem que ser a pessoa mais importante da sua vida para você.
Você já ouviu falar na Síndrome da Visão de Computador?
Por: Miriam Diez Bosch

Adote a regra 20-20-20
e evite a fadiga ocular e outras complicações
Cuidado! Se você passa
muito tempo na frente de uma ou várias telas, seus olhos podem sofrer a
Síndrome da Visão de Computador, também conhecida como CVS, do inglês Computer
Vision Syndrome. Para evitar essa condição temporária, você pode aplicar a
regra do 20-20-20. É simples: consiste em deixar de olhar para a tela ou
monitor durante 20 segundos a cada 20 minutos e focar a visão em algo que
esteja distante 20 pés de você (o equivalente a seis metros).
A Síndrome da Visão de
Computador afeta 90% das pessoas que passam mais de três horas olhando para
monitores. Entre os sintomas da CVS estão: dores de cabeça, visão embaçada,
dores no pescoço e secura nos olhos.
A CVS também pode ser
evitada com uma postura melhor diante das telas. O monitor de computador, por
exemplo, tem que estar abaixo da altura dos olhos e é preciso piscar com
frequência para lubrificar os olhos, especialmente em ambientes secos e com ar
condicionado.
Os efeitos causados
pelos computadores aos olhos já são conhecidos. Mas ainda não há estudos sobre
a distância que deve ser mantida entre os olhos e os smartphones e tablets.
De acordo com os
estudos, os olhos foram acostumados a ver cada vez mais com precisão, porém os
especialistas advertem que nunca foram tão expostos a tantas telas diferentes
como agora e também nunca houve tantos casos de astenopia (fadiga ocular).
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Colt, o cachorro que ajuda sua dona nos ataques epiléticos
Por: Maria Paola Daud

Quando um cachorro se
torna indispensável na vida de alguém...
Há alguns anos, Janaye
Kearns, uma jovem de Colorado Springs, nos Estados Unidos, sofreu uma lesão
cerebral. A partir de então, qualquer trauma, por menor que seja, pode ter
consequências terríveis para ela. Como a jovem sofre convulsões, a
possibilidade dela se debater e se machucar é alta.
Mas, felizmente, ela
pode contar com seu grande amigo Colt, um lindo cachorro que está sendo
treinado para ajudá-la.
No vídeo que Janayne
publicou em seu canal no Youtube, podemos vê-lo em ação. “É dessa forma que Colt
treina para proteger minha cabeça durante as convulsões. Ele nunca deixa de
tentar e sempre me observa para comprovar se estou salva e segue tentando até
que eu esteja”.
Colt não só ajuda sua
amiga em caso de uma convulsão, mas também nas tarefas de casa, na hora das
compras e ainda tem tempo para fazer lindos passeios com sua dona. “Consigo
levar uma vida quase normal graças ao meu cachorro”, conta Kearns.
Mas Colt não está
sozinho nessa missão. São várias as fundações em diversos países que se dedicam
a treinar cachorros para alertas ou assistências médicas. Eles conseguem
detectar altas ou quedas de glicose em diabéticos e crises de desconexão
sensorial (epilepsia). Nestes casos, pressionam um botão de emergência,
avisando os familiares que algo vai mal. Há também cachorros que ajudam cegos e
cadeirantes.
Esses animais não só
deixam a vida dessas pessoas um pouco menos difícil, como também são excelentes
companhias.
Sabe a do católico que entrou no bar na Quaresma?
Por: Aleteia EUA

Um pouco de humor
cristão
O bom vinho e a boa
cerveja, acompanhados da dose de prudência e temperança que lhes realça ao
máximo o sabor, fazem parte da vida na Igreja há séculos e séculos. Aliás,
dentre as melhores cervejas do mundo, muitas são de origem monástica. O alemão
Bento XVI, por exemplo, é um apreciador da bebida mais popular do seu país
natal.

Você provavelmente já
ouviu alguma das muitas piadas católicas que envolvem uns goles de vinho ou
cerveja. A que contamos a seguir envolve chopp e Quaresma. Lá vai:
Um homem entrava no
bar, pedia três canecas de chopp e ficava em uma das mesas dos fundos, tomando
um gole de cada caneca até terminar as três.
Certo dia, o garçom
resolveu perguntar:
“O senhor não me leve a
mal, mas será que não preferiria que eu lhe trouxesse uma caneca por vez?”
O homem respondeu:
“Meu amigo, veja você.
Eu tenho dois irmãos. Um foi morar na Europa e o outro na América do Norte.
Quando saímos de casa, nós prometemos que beberíamos deste jeito para nos
lembrar dos tempos em que bebíamos juntos depois do trabalho”.
O garçom achou que
aquele era mesmo um bom costume e continuou a servi-lo daquele jeito, que já
tinha se tornado conhecido por todos os outros frequentadores do bar.
Certo dia, porém, o
homem entrou e pediu dois chopps.
Todos os clientes
observaram e ficaram em silêncio.
Quando o garçom foi
levar as canecas, disse ao homem:
“Eu não quero me
intrometer no sofrimento do amigo, mas gostaria de oferecer as minhas
condolências pela sua grande perda”.
O sujeito olhou meio
confuso para o garçom durante alguns instantes e, quando entendeu a situação,
riu e respondeu:
“Ah, não, não se
preocupe, eles estão todos bem! É só que eu paro de beber durante a Quaresma”.
(Esta pode ser uma
forma divertida de recordar aos amigos que, nestes 40 dias de preparação para a
Santa Páscoa, todos podemos deixar de lado a bebida – mas a nossa e também a
dos nossos irmãos! Que tal?)
domingo, 18 de fevereiro de 2018
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