Por: Bernardo P Küster
domingo, 4 de março de 2018
Jim Caviezel: “o terço me ajudou a concentrar”
Redação da Aleteia

Ator conta como a
oração do terço foi fundamental para ele durante as gravações do filme “Paulo,
Apóstolo de Cristo”
A oração do terço foi
um recurso poderoso para que o ator Jim Caviezel pudesse encarar tão bem o
desafio de representar São Lucas no filme “Paulo, Apóstolo de Cristo”, que tem
estreia marcada para o dia 28 de março nos Estados Unidos. No Brasil, o filme
deve entrar em cartaz no dia 3 de maio.
Em entrevista ao Grupo
ACI, Caviezel disse que o evangelista São Lucas “menciona a Virgem Maria mais
do que qualquer outro escritor”, e por isso, ele recorreu ao terço “para se
concentrar, para rezar”.
O ator, que também
interpretou Jesus no filme “A Paixão de Cristo” e, recentemente, confirmou sua
atuação na sequência deste grande sucesso, disse que ficou impressionado com o
exemplo de São Paulo no fim de sua vida. Caviezel questiona “como um idoso
cansado, que está na prisão esperando a sua execução pode ser uma luz para o
mundo? Muitas vezes, é através das nossas lutas, provações e tragédias que vem
a vitória”, concluiu.
O exemplo de São Paulo
também influenciou o ator que o interpreta no filme. James Faulkner declarou à
ACI que mudou depois de ler e reler várias vezes as cartas escritas pelo
apóstolo. “Sou mais humilde? Sim. Tenho mais amor pelo meu próximo? Sim. Há uma
possibilidade de redenção para mim? Sim, há”, admitiu.
Ajuda do céu
Na mesma entrevista,
Jim Caviezel confirmou que é católico e que vai à Missa todos os dias. “Tudo o
que eu faço sempre é com a ajuda do céu. Isso marca o meu caminho e me guia.
Foi assim que consegui o meu talento (…). Ele simplesmente multiplica e abençoa
de uma forma que eu nunca pensei que fosse possível”, reconheceu o artista, que
também revelou uma grande devoção a São Genésio, o padroeiro dos atores.
quinta-feira, 1 de março de 2018
Como lidar com o primeiro namoro de seu filho ou filha
Por: Sempre Família

Mostrar presença e
valorizar os sentimentos faz com que a fase de descobertas do primeiro namoro
seja atravessada com mais facilidade e colabore com o desenvolvimento do
adolescente
Eles estão crescendo e
de repente você começa a perceber que seu filho ou filha está nutrindo um
sentimento maior por outra pessoa – e está sendo correspondido. Talvez a
situação possa fazer com que você leve um susto. Mas em um lar onde a
afetividade é valorizada desde cedo e sentimentos são demonstrados, essa
questão pode ser melhor compreendida e atravessada por todos.
A psicóloga Adriana
Potexki explica que hoje, por exemplo, o período da adolescência é tido entre
os 10 e os 25 anos e não há como dizer que uma criança de 11 anos está
preparada para um relacionamento. “O adolescente mesmo de 13, 14 ou 15 anos não
está maduro. E uma pessoa com 25 já pode se entender que seja suficientemente
maduro”, comenta. Cabe ao pai então, compreender seu filho: mais importante que
a idade cronológica é entender como está o seu desenvolvimento.
Para falar sobre
relacionamentos com seu filho, não é preciso esperar sinais. Desde bem pequeno,
ainda na pré-escola, é importante dar noções de que gostar de alguém é um
sentimento bonito, mas que tem a sua hora e exige responsabilidades e limites. A
criança deve entender que às vezes gostar de um amiguinho é algo bom e normal,
mas que dizer aos 7 ou 8 anos que ele é seu namorado é perigoso.
“Os pais podem falar
algo como: ‘Que bom que você gosta dela. Esse é um grande sentimento. Mas isso
que está me dizendo é algo para o futuro, para quando forem mais velhos’”,
ilustra Adriana. “Quando ela já puder compreender como são os sentimentos, aí
conversas podem acontecer”, diz. Mais tarde, é importante que os pais se
demonstrem presentes para qualquer eventualidade, sem que haja uma invasão na
intimidade do adolescente.
Exemplo
A percepção que um
filho tem do relacionamento dos pais contribuirá muito para essa fase de
descobertas em sua vida. Um lar onde conversar sobre relacionamentos é algo
comum, por exemplo, dá espaço para que o adolescente se sinta confortável em
falar do que sente. “Ele vai conversar sobre isso com os pais, que vão perceber
quando há alguém por quem ele se interessa”, explica.
A especialista lembra
que a probabilidade de que o adolescente sinta vergonha de dizer certas coisas,
nessa época, é muito grande. Então cabe aos pais entenderem o momento e se
organizarem para transmitir confiança aos filhos. “O mais importante é que os
pais sejam aqueles em que as crianças mais confiem”, salienta.
Proibição
Pais que proíbem
expressamente o filho de namorar podem estar cometendo um grande erro. “Não se
pode fazer isso, porque pode haver um bloqueio nas emoções de uma pessoa, que
está aprendendo a amar”, diz Adriana. Ela ilustra a questão com a história de
uma paciente sua que já adulta ainda estava solteira e não conseguia se
relacionar. Aquela jovem contou que uma das cenas mais traumáticas da infância
foi ver sua mãe encontrando um bilhetinho que ela havia feito a um amigo por
quem estava apaixonada, e tê-la feito “engolir” o papel. “Esse ato fez com que
ela se bloqueasse para o amor”, conta.
Mas então como lidar
com um momento como esse, quando você acha que seu filho ainda é muito jovem
para namorar? Conversar é o melhor a fazer, segundo Adriana. “Você tem certeza
que vão namorar? Não acha muito cedo? E como vocês veem esse namoro?”, são
algumas das perguntas recomendadas pela psicóloga. Dependendo da idade, é
possível, segundo ela, que seja somente um namoro de WhatsApp, de andar de mãos
dadas na volta do colégio ou de ir ao cinema no sábado à tarde com outros amigos.
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CNBB NO BANCO DOS RÉUS: grana, poder e heresia
Mariana Azevedo, uma youtuber católica de 7 anos de idade

Uma menina animada e encantadora, vale a pena conferir!
Mariana Azevedo é filha do casal fundador da
Comunidade Católica “Quem como Deus”, Guto Azevedo e Zulene Rodrigues, da
Diocese de Palmares, estado de Pernambuco.
Aos sete anos, ela manifestou o desejo de ter um
canal no Youtube para realizar um trabalho de evangelização. Seu pais apoiaram
a ideia e começaram a gravar os vídeos. O pai faz a edição e a mãe é a
cinegrafista. Assim, do seu jeito, com suas palavras e sem ensaios, Mariana
improvisa e evangeliza.
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