segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Perder o controle pode literalmente causar um ataque cardíaco


Por: Javier Fiz Pérez

WOMAN,ANGRY,EYES

O risco de um ataque cardíaco é significativamente maior quando você perde a calma

Mau humor pode aumentar o risco de ter ataque cardíaco ou derrame, segundo a Associação Americana de Psicologia.

De acordo com um estudo publicado no European Heart Journal, pessoas que já têm fatores de risco, como histórico de doenças cardíacas, são particularmente suscetíveis.

Nos 120 minutos após um ataque de raiva, o risco de sofrer um ataque cardíaco aumenta quase cinco vezes e o de um derrame mais de três vezes, de acordo com dados de nove estudos envolvendo milhares de pessoas.

Pesquisadores da Harvard School of Public Health mostraram que uma explosão isolada de raiva representa um risco relativamente baixo. De acordo com seus cálculos, no entanto, se for um episódio de raiva por mês, uma em cada 10 mil pessoas com pouco risco cardiovascular teria um ataque cardíaco ou derrame por ano – estatística que aumenta se forem indivíduos com alto risco cardiovascular, já que seria quatro para cada 10.000 indivíduos.

Ataques cardíacos

Ataques cardíacos são a principal causa de morte em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, e isso está crescendo; em 1990, representou 12% das mortes; em 2013, esse número estava próximo de 17%.

Um ataque cardíaco consiste na morte (ou necrose) de parte do tecido de um órgão. Geralmente, a necrose ocorre como resultado da obstrução da artéria que a irriga.

Quando o tecido necrótico está na musculatura do coração, é chamado de infarto do miocárdio. Os infartos também podem ocorrer em outros órgãos; além do coração, os mais comuns são o cérebro, os rins e o intestino.

Os infartos cerebrais são conhecidos como “acidentes cerebrovasculares” ou “acidentes vasculares cerebrais”. Entre os fatores mais relevantes que predispõem a ocorrência de ataques cardíacos estão o consumo de tabaco e álcool, obesidade, sedentarismo, diabetes e níveis elevados de colesterol. Eles também ocorrem com mais frequência em homens, em pessoas com mais de 40 anos de idade e naqueles com histórico familiar de doença cardiovascular.

Acúmulo de estresse

O risco é cumulativo, o que significa que as pessoas propensas a perder a paciência têm maior probabilidade de sofrer um ataque depois de uma explosão.

Cinco ataques de raiva por dia podem resultar em cerca de 158 ataques cardíacos extras para cada 10.000 indivíduos de baixo risco por ano. Esse número aumenta para 657 se estivermos olhando para pessoas propensas a problemas cardiovasculares.

O que está claro é que o estresse crônico pode contribuir para doenças cardíacas, em parte porque pode aumentar a pressão sanguínea e em parte porque as pessoas podem lidar com o estresse de maneira prejudicial, dois exemplos dos quais podem ser o hábito de fumar e beber muito álcool.

Prevenção

A prática continuada de exercícios de relaxamento físico e cognitivo pode ajudar o corpo a parar de emitir respostas de estresse em momentos inapropriados. A pesquisa científica apoia particularmente os procedimentos de relaxamento muscular progressivo e respiração lenta e profunda. Resumindo: se você valoriza sua vida, certifique-se de que o controle do estresse e da raiva esteja entre suas habilidades.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

O santo participa do mundo ele não participa da mundanidade




Trecho da homilia de padre Eliseu 
Domingo, 4 de Novembro de 2018. Solenidade de Todos os Santos


Os santos são pessoas comuns que dirigem as suas vidas segundo a orientação do evangelho. Qual é a orientação que o evangelho nos dá pra chegarmos a santidade? está no evangelho segundo são Mateus no capitulo 5, as bem-aventuranças.

O Papa Francisco chama as bem-aventuranças “a carteira de identidade do cristão”. Jesus começa dizendo nas bem aventuranças: Bem aventurados os pobres de espíritos, porque é deles o reino do céus. E o que é um pobre de espirito? As vezes nós confundimos as coisas, e respondemos assim, é uma pessoa humilde, desanimada, coitadinha. 

Pobre de espirito não é uma pessoa desanimada nem coitadinha, pobre de espirito é alguém que coloca a sua esperança somente em Deus, seja na abundância de bens ou na ausência de bens, seja na saúde ou na doença, seja na alegria ou na tristeza, ele coloca a sua esperança em Deus. São esses os pobres de espíritos, Jesus os chamam de bem-aventuras (felizes). Portanto o santo é alguém feliz. Feliz porque acolhe o projeto de Deus em sua vida, e coloca-se a serviço do outro e também se coloca a serviço do mundo.  De modo o santo não é servir ao mundo no sentido mundano, mas que está em todos os ambientes do mundo. Por exemplo: todos aqueles irmãos nossos que já participam da gloria de Deus, estiveram nas escolas, nos escritórios, no campo, no meio social. Foi ali o terreno, o chão da vida que eles travaram a grande batalha para poder chegar a participar do projeto de Deus.

Porque em qualquer ambiente onde estivermos temos de viver por distinção ou seja viver de modo diferente. O sal é diferente da comida e dá gosto, a luz é diferente da escuridão para iluminar, o fermento é diferente da massa para fazer uma receita. Assim deve ser a vida do santo, uma diferença que se mistura, na sagrada escritura no livro de levítico no capítulo 11,45 diz:  "Sedes santos porque Eu Sou Santo". É Deus que fala para o seu povo. Quando nós dizemos Santo, Santo, Santo. Nós estamos unidos a todos aqueles que estão na gloria cantando a santidade de Deus. Elevemos nossos corações para Deus, com o desejo de também fazer com que a nossa vida seja marcada pela santidade, mesmo com as tribulações do nosso dia a dia.  

Mas é em meio as tribulações da vida que somos provados para vivermos ou não a santidade. No livro do apocalipse capitulo 7,13-14 diz: Então um dos anciãos me perguntou: "Quem são estes que estão vestidos de branco, e de onde vieram? " Respondi: "Senhor, tu o sabes". E ele disse: "Estes são os que vieram da grande tribulação e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro.

São os mártires, são os confessores, são os apóstolos, são os profetas de todas as épocas, de todas as raças, de todos os tempos. Mas o nosso trabalho em vista da santidade se da no presente, se da no agora, por isso que o evangelho insiste em apontar os pobres de espirito porque deles é o reino dos céus.  

Por isso que o salmo diz, “esta é a geração que procura o Senhor”. Quem é essa geração que procura o senhor? É a geração que não dirige a sua mente para crime, que não dirige a sua mente para mal. Portanto, onde nós vamos nos santificar, fora do mundo? Não, nós vamos nos santificar estando no mundo. O santo participa do mundo, ele não participa da mundanidade, uma coisa é o mundo outra coisa é a mundanidade. Embora nos santificamos neste meio da diversidade da vida. Numa constante busca de união com os outros e naturalmente em comunhão com Deus.      
   

Papa: anunciar Cristo não é marketing, mas coerência de vida


  Por: Vatican News



Papa celebra a missa na Casa Santa Marta

Na missa na Casa Santa Marta, Francisco rezou pela unidade dos cristãos, no dia em que a Igreja festeja Santo André, padroeiro da Igreja de Constatinopla.


Giada Aquilino – Cidade do Vaticano   


Na festa de Santo André (30/11), o Papa Francisco celebrou a missa na capela da Casa Santa Marta, convidando os fiéis a estarem "próximos da Igreja de Constantinopla", a Igreja de André, rezando “pela unidade das Igrejas”.

Coerência em anunciar Cristo

Na homilia, o Pontífice exortou a deixar de lado “aquela atitude, o pecado, o vício” que cada um de nós tem “dentro” de si, para ser “mais coerente” e anunciar Jesus de modo que as pessoas creiam com o nosso testemunho.

Refletindo sobre a Primeira Leitura, em que São Paulo explica como a fé provenha da escuta e a escuta diz respeito à Palavra de Cristo, o Papa recordou como é “importante o anúncio do Evangelho”, o anúncio de que “Cristo nos salvou, de que Cristo morreu e ressuscitou por nós”. De fato, o anúncio de Jesus Cristo não é levar "uma simples notícia”, mas “a única grande Boa Notícia”. Francisco explicou então o que significa o anúncio:

Não é um trabalho de publicidade, fazer propaganda para uma pessoa muito boa, que fez o bem, curou tantas pessoas e nos ensinou coisas belas. Não, não é publicidade. Tampouco é fazer proselitismo. Se alguém vai falar de Jesus Cristo, pregar Jesus Cristo para fazer proselitismo, não, isso não é anúncio de Cristo: isso é um trabalho, de pregador, feito com a lógica do marketing. Que é o anúncio de Cristo? Não é nem proselitismo nem propaganda nem marketing: vai além. Como é possível compreender isso? É antes de tudo ser enviado.

Portanto, ser enviado “à missão”, fazendo entrar “em jogo a própria vida”. O apóstolo, o enviado que “leva o anúncio de Jesus Cristo”, explicou Francisco, “o faz com a condição de que coloque em jogo a própria vida, o próprio tempo, os próprios interesses, a própria carne”. O Papa citou um ditado argentino, que implica “colocar a própria carne sobre o fogo”, isto é, colocar-se em jogo.

Esta viagem, de ir ao anúncio, arriscando a vida, porque jogo a minha vida, a minha carne – esta viagem – tem somente passagem de ida, não de volta. Voltar é apostasia. Anunciar Jesus Cristo com o testemunho. Testemunhar significa colocar em jogo a própria vida. Faço aquilo que digo.

Os mártires experimentam o verdadeiro anúncio

A palavra, “para ser anúncio”, deve ser testemunho, reiterou Francisco, que fala de “escândalo” a propósito dos cristãos que dizem sê-lo e depois vivem “como pagãos, como descrentes”, como se não tivessem “fé”.

O Papa então convida à “coerência entre a palavra e a própria vida: isso – evidenciou – se chama testemunho”. O apóstolo, o anunciador, “aquele que leva a Palavra de Deus, é uma testemunha”, que coloca em jogo a própria vida “até o fim”, e é “também um mártir”. De outro lado, foi Deus Pai que para "fazer-se conhecer" enviou “seu Filho em carne, arriscando a própria vida”. Um fato que “escandalizava assim tanto e continua a escandalizar”, porque Deus se fez “um de nós”, numa viagem “com passagem somente de ida”.

O diabo tentou convencê-lo a tomar outra estrada, e Ele não quis, fez a vontade do Pai até o fim. E anúncio Dele deve ir para a mesma estrada: o testemunho, porque Ele foi a testemunha do Pai feito carne. E nós devemos fazer-nos carne, isto é, fazer-nos testemunhas: fazer, fazer aquilo que dizemos. E isso é o anúncio de Cristo. Os mártires são aqueles que [demonstram] que o anúncio foi verdadeiro. Homens e mulheres que deram a vida – os apóstolos deram a vida – com o sangue; mas também tantos homens e mulheres escondidos na nossa sociedade e nas nossas famílias, que dão testemunho todos os dias, em silêncio, de Jesus Cristo, mas com a própria vida, com aquela coerência de fazer aquilo que dizem.

Um anúncio frutuoso

O Papa recordou que todos nós, com o Batismo, assumimos “a missão” de anunciar Cristo”: vivendo como Jesus “nos ensinou a viver”, “em harmonia com aquilo que pregamos”, o anúncio será “frutuoso”. Se, ao invés, vivemos “sem coerência”, “dizendo uma coisa e fazendo outra contrária”, o resultado será o escândalo. E o escândalo dos cristãos, concluiu, faz muito mal “ao povo de Deus”.

6 breves conselhos de um santo do século XX para vencermos a nós mesmos


Por: Redação da Aleteia

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Um deles tem a ver com o "minuto heroico" - que pode parecer até fácil de conquistar, mas...

São Josemaria Escrivá, fundador do Opus Dei, propõe em seu livro “Caminho” diversas reflexões breves, mas certeiras, para quem quer mudar de vida mediante o domínio de si mesmo.

Aqui vão 6 delas:

1 – “Procura mortificações que não mortifiquem os outros” (179).

2 – “O mundo só admira o sacrifício com espetáculo porque ignora o valor do sacrifício escondido e silencioso” (185).

3 – “Tudo o que não te leva a Deus é um estorvo. Arranca-o e atira-o para longe” (189).

4 – “Vence-te em cada dia desde o primeiro momento, levantando-te pontualmente a uma hora fixa, sem conceder um só minuto à preguiça. Se, com a ajuda de Deus, te venceres, muito terás adiantado para o resto do dia. Desmoraliza tanto sentir-se vencido na primeira escaramuça!” (191)

5 – “Estes são os saborosos frutos da alma mortificada: compreensão e transigência para as misérias alheias; intransigência para as próprias” (198).

6 – “O minuto heroico. É a hora exata de te levantares. Sem hesitar: um pensamento sobrenatural e… fora! O minuto heroico: aí tens uma mortificação que fortalece a tua vontade e não debilita a tua natureza” (206).

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Como se faz a meditação católica?

Por: Rumo à Santidade

MAN PRAYING

Santo Afonso Maria de Ligório responde com o passo a passo

A meditação ou oração mental contém três partes:

A Preparação
A Meditação
A Conclusão

I. PREPARAÇÃO

Na preparação fazem-se três atos:

1º Ato de Fé na presença de Deus, dizendo:

Meu Deus, eu creio que estais aqui presente e Vos adoro com todo o meu afeto

2º Ato de Humildade, por um breve ato de contrição:

Senhor, nesta hora deveria eu estar no inferno por causa dos meus pecados; de todo o coração arrependo de Vos ter ofendido, ó Bondade infinita.

3º Ato de Petição de luzes:

Meu Deus, pelo amor de Jesus e Maria, esclarecei-me nesta meditação, para que tire proveito dela.

Depois uma Ave Maria à Santíssima Virgem, a fim de que nos obtenha esta luz; e na mesma intenção um Glória ao Pai a São José, ao Anjo da Guarda e ao nosso Santo Protetor.

Estes atos devem ser feitos com atenção, mas brevemente; depois deles se fará a Meditação.

II. MEDITAÇÃO

Para a Meditação sirvamo-nos sempre de um livro, ao menos no começo, parando nas passagens que mais impressão nos fazem. São Francisco de Sales diz que devemos imitar as abelhas, que se demoram numa flor enquanto acham mel, e voam depois para outra.

Note-se além disto que são três os frutos da meditação: afetos, súplicas e resoluções; nisto é que consiste o proveito da oração mental. Assim, depois de haverdes meditado numa verdade eterna, e Deus ter falado ao vosso coração, é mister que faleis a Deus:

1º Pelos Afetos

Isto é, pelos atos de fé, agradecimento, adoração, louvor, humildade, e sobretudo de amor e de contrição, que é também ato de amor. O amor é como que uma corrente de ouro que une a alma a Deus. Conforme Santo Tomás, todo o ato de amor nos merece mais um grau de glória eterna. Eis aqui exemplos de atos de amor:

Meu Deus, eu Vos amo sobre todas as coisas.
Eu Vos amo de todo o meu coração.
Fazei-me saber o que é de vosso agrado; quero fazer em tudo a vossa vontade.
Regozijo-me por serdes infinitamente feliz.
Para o ato de contrição basta dizer:

Bondade infinita, pesa-me de Vos ter ofendido.

2º Pelas Súplicas

Pedindo a Deus luzes, a humildade ou qualquer outra virtude, uma boa morte, a salvação eterna; mas principalmente o dom do seu santo amor e a santa perseverança, porque, no dizer de São Francisco de Sales, com o amor se alcançam todas as graças.

Se a nossa alma está em grande aridez, basta dizermos:

Meu Deus, socorrei-me. Senhor, tende compaixão de mim. Meu Jesus, misericórdia!

Ainda que nada mais fizéssemos, a oração seria excelente.

3º Pelas Resoluções

Antes de se terminar a oração, cumpre tomar alguma resolução, não geral, como por exemplo evitar toda falta deliberada, de se dar todo a Deus, mas particular, como por exemplo evitar com mais cuidado tal defeito, em que se caia mais vezes, ou praticar melhor tal virtude em que a alma procurará exercer-se mais vezes: como seja, aturar o gênio de tal pessoa, obedecer mais exatamente a tal superior ou a regra, mortificar-se mais frequentemente em tal ponto, etc. Nunca terminemos a nossa oração sem havermos formado uma resolução particular.

III. CONCLUSÃO

Enfim, a conclusão da oração compõem-se de três atos:

1º De agradecimento pelas luzes recebidas, e de pedido de perdão das faltas cometidas no tempo da oração:

Senhor, eu Vos agradeço as luzes e os afetos que me destes nesta meditação e Vos peço perdão das faltas nela cometidas.

2º De oferecimento das resoluções tomadas e de propósito de guardá-las fielmente:

Meu Deus, eu Vos ofereço as resoluções que com a vossa graça acabo de tomar, e resolvido estou a executá-las, custe o que custar.

3º De súplica, pedindo ao Pai Eterno, pelo amor de Jesus e de Maria, a graça de executá-las fielmente:

Meu Deus, pelos merecimentos de Jesus Cristo e pela intercessão de Maria Santíssima, dai-me a força de por fielmente em prática as resoluções que tomei.

Termina-se a oração recomendando a Deus a Santa Igreja, os seus Prelados, as Almas do Purgatório, os pecadores, e todos os nossos parentes, amigos e benfeitores, por um Pai Nosso e uma Ave Maria, que são as orações mais úteis por nos serem ensinadas por Jesus Cristo e pela Igreja:

Senhor, eu Vos recomendo a Santa Igreja, com os seus Prelados, as Almas do Purgatório, a conversão dos pecadores, e todas as minhas necessidades espirituais e temporais bem como as dos meus parentes, amigos e benfeitores.

Depois da Meditação

Depois da meditação devemos:

1º Conforme o conselho de São Francisco de Sales, fazer um ramalhete de flores afim de cheirá-lo durante o dia, quer dizer, imprimir bem na memória um ou dois pensamentos que mais impressão nos fizeram, para os recordarmos e nos revigorarmos durante o dia.

2º Por logo em prática as resoluções tomadas, tanto nas ocasiões pequenas como nas grandes, que se apresentarem: por exemplo suportarmos com paciência uma pessoa irada contra nós, mortificarmo-nos na vista, no ouvido, na conversa.

3º Por meio do silêncio e recolhimento, conservar o mais tempo possível os afetos excitados na oração; sem isso, o fervor concebido na oração esvaecer-se-á logo pela dissipação no proceder ou pelas conversas inúteis.



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