Foi confirmado:
trata-se dos cristãos que foram obrigados pelos covardes jihadistas a
protagonizar uma das cenas mais aberrantes do milênio
Autoridades da Líbia
confirmaram oficialmente que foram encontrados os corpos dos 21 cristãos coptas
egípcios degolados em 2015 pelos fanáticos do Estado Islâmico na costa da
cidade de Sirte.
A mídia egípcia
noticiou que os corpos foram achados na mesma área costeira, de mãos atadas
pelas costas e com os mesmos trajes de cor laranja com que foram vistos no
macabro vídeo da sua decapitação. As cabeças foram encontradas junto aos
corpos. As identificações estão sendo feitas mediante análises de DNA.
O local foi descoberto
graças à detenção de um homem acusado de participar do massacre, transformado
pelos jihadistas em hedionda peça de “propaganda”.
Com a notícia da
possível recuperação dos corpos, houve entusiasmo nas comunidades cristãs
coptas da região egípcia de Minya, terra natal da maioria das vítimas. No
entanto, em mensagem publicada pela agência Fides, as famílias dos 21 mártires
denunciaram que as autoridades da Líbia e do Egito não fizeram quaisquer
pronunciamentos oficiais sobre a realidade da situação, ao mesmo tempo em que
notícias desencontradas e contraditórias passaram a circular pela mídia de
ambos os países, incluindo algumas que passaram a negar a descoberta dos
corpos.
A decapitação dos 21
coptas gerou horror mundial. Uma semana depois do martírio, o patriarca
Tawadros II inscreveu as vítimas no Synaxarium, o livro copta dos mártires,
determinando que a sua memória fosse celebrada em 15 de fevereiro.
Ela descobriu esse
"apelido" ao ver a própria face num vídeo do YouTube. Mas o apelido
não é só cruel: é essencialmente falso.
O que você faria se
estivesse navegando na internet e achasse um vídeo chamado “A mulher mais feia
do mundo”, com 4 milhões de visualizações, e percebesse que o rosto exibido
nele é o seu próprio?
Você choraria? Eu
choraria.
Você leria todos e cada
um dos milhares de comentários execráveis, alguns dos quais recomendando que
você se matasse para fazer um favor ao mundo? Eu leria.
Você se deixaria abalar
dolorosamente e cairia em desespero? Eu, provavelmente, sim.
Ou será que você
escolheria um caminho diferente e mais corajoso?
Será que você
transformaria esse momento traumático no impulso para levantar a voz
incansavelmente contra o assédio covarde, para questionar os nossos frívolos
padrões de beleza e para testemunhar o que significa ser essencialmente uma
pessoa bela?
Lizzie Velasquez
escolheu este outro caminho.
Ela nasceu quatro
semanas antes do previsto e os médicos ficaram tão impactados com a sua
aparência que primeiro levaram uma fotografia Polaroid aos seus pais a fim de
prepará-los para verem a própria filha. Mas os pais não quiseram a foto: eles
queriam a sua bebê e exigiram que os médicos a levassem imediatamente até eles.
O diagnóstico de Lizzie
é de síndrome progeroide neonatal, um transtorno genético que lhe dificulta ganhar
peso e que a deixou cega do olho direito e com visão limitada no esquerdo.
Lizzie cresceu no Texas sabendo que o seu aspecto era diferente do das outras
crianças, mas também consciente de que o profundo amor dos pais e das irmãs por
ela lhe assentava os alicerces da confiança e da segurança pessoal.
Foi essa confiança
alicerçada no amor de seus pais o que a salvou naquele dia em que ela encontrou
a própria imagem no vídeo do YouTube chamado “A mulher mais feia do mundo”,
quando tinha 17 anos.
Depois de ler todos os
comentários, procurando desesperadamente uma pessoa que a defendesse, foi
buscar a mãe na sala de estar.
“Se aquele vídeo tinha
me machucado tanto, eu não conseguia imaginar o quanto ele iria machucar a
minha mãe. E acredito que, naquele momento, se acendeu para mim uma luz: eu não
estava disposta a ficar ali sentada e deixar que aquelas palavras fossem a
definição de quem eu sou”.
Um ano mais tarde, o
diretor da sua escola pediu a Lizzie para fazer um discurso aos alunos do
instituto. O diretor lhe garantiu com antecedência que haveria professores por
perto para acalmar os estudantes se eles se alvoroçassem. Não precisou: na
metade do discurso, quando Lizzie levantou o olhar para o auditório, seus
companheiros estavam todos em absoluto silêncio e totalmente concentrados nela.
Alguns até começaram a chorar. Naquele momento, Lizzie sentiu que a “barreira
de ser diferente” desaparecia e que todos eram apenas “um grupo de pessoas”.
A experiência foi um
ponto de virada para ela, que, desde então, se tornou conferencista
motivacional e uma ardente defensora do respeito a todos e do fim do assédio.
Foi palestrante no Tedx Talks, escreveu livros e tem seu próprio canal no
YouTube. Durante toda a vida, Lizzie confiou na sua fé católica para superar os
momentos mais escuros.
“Foi a minha rocha esse
tempo todo. Basta dedicar um tempo sozinha a rezar e falar com Deus para saber
que Ele está aqui para mim”.
Demonstrando que a
verdadeira beleza só pode ser vista pelos olhos da alma, Lizzie também
declarou:
“Deus me abençoou com a
maior bênção da minha vida, que é a minha síndrome”.
Por
esta prática se consagra ao mesmo tempo a Jesus e a Maria. A Jesus como nosso
fim último e a Maria como meio para nos unimos mais perfeitamente a Jesus.
Você certamente já se
deparou com a cena de alguém utilizando o celular no meio da celebração
eucarística. Ou você mesmo já utilizou. Aí vem aquele questionamento: será que
é certo utilizar o meu smartphone durante a missa?
De cara, já te
respondemos: SIM! Claro, esta afirmação vem cheia de ressalvas, mas não podemos
abrir mão dele se ele nos ajuda a compreender melhor toda a dinâmica da
celebração.
Seja para auxiliar nos
cânticos litúrgicos, ou para acompanhar as leituras, ou, até mesmo, fazer
apontamentos da homilia. Quer um exemplo legal de como fazer isso: o Aplicativo
Deus Conosco, da Editora Santuário. Com ele você pode acompanhar o resumo da
liturgia durante a missa, sem falar que ele tem várias orações para o seu dia a
dia.
O Diretório de
Comunicação da Igreja no Brasil da CNBB diz: “Com a evolução das tecnologias de
amplificação de imagem e som, as igrejas são beneficiadas com os aparatos
técnicos que contribuem para maior visibilidade, compreensão e participação da
Celebração Eucarística”. E, neste contexto, o celular nos aproxima da vivência
da celebração.
Se o celular me ajuda,
por que devo condená-lo? Aí está o “x” da questão! Se o celular te tira do
momento de graça de uma Celebração Eucarística, isso não é saudável. Mesmo que
seja aquela mensagem rápida, ou atender uma ligação, ou para ver outros
conteúdos que não são relacionados à Missa. Cuide-se para que estes hábitos não
ocupem o centro da relevância e da atenção em relação à Palavra e ao rito
sacramental, e não criem ambiente de dispersão e de distração.
Lembre-se, cabe a cada
um discernir em que momentos o celular aproxima de Deus e em que momentos ele
afasta.
Se sou capaz de
suportar os momentos de sofrimento, desânimo e medo, é porque estou com Ele, é
porque sou salva de mim mesma todos os dias por Ele
Eu não quero que olhem
para mim e vejam uma mulher que não falha, que basta a si mesma, um exemplo
perfeito a ser seguido, porque quando olho para mim não vejo nada além de uma
pecadora necessitada de Cristo.
Eu necessito Dele para
acordar todas as manhãs e ter o necessário para mais um dia, para resistir aos
momentos difíceis que ameaçam enfraquecer a minha fé, para que eu não me perca
na tentativa de seguir o meu próprio caminho, para que eu não caia na cilada de
acreditar cegamente que eu sei o que é melhor para mim, mas Aquele que me deu a
vida, não.
Eu necessito Dele para
me alegrar e sorrir pelas razões certas, para que a minha pureza e santidade
não sejam contaminadas pelo que o mundo oferece, para que eu compreenda que o
amor não é mero sentimento, mas decisão, para que eu exerça o perdão.
Eu necessito Dele para
tudo, e quando escrevo tudo, é tudo, não há exceção. Não há nada que eu possa
fazer sem Ele, não há sofrimento maior do que o de estar sem Ele, assim como
não há alegria maior do que a de estar com Ele.
Não sou eu, é Ele. O
meu coração cansado e por vezes medroso é fortalecido por Ele. Se sou capaz de
suportar os momentos de sofrimento, desânimo e medo, é porque estou com Ele, é
porque sou salva de mim mesma todos os dias por Ele. Eu digo, escrevo, repito:
Não sou eu, é Ele.
O que Sou é o que me
torna alguém no meio da multidão e não o que tenho. A minha pessoa será
lembrada pelo testemunho de vida que preguei com atos e atitudes, vivendo uma
vida justa, propagando a paz e o amor entre as pessoas, derrubando as paredes
do preconceito e construindo pontes, interligando o mundo numa só conexão com
Deus.
Sendo a semente do
verbo encarnado, semeando o evangelho nos corações daqueles que mais precisam,
com uma palavra, um gesto de amor, na simplicidade do ser que sou. Único e
sublime. Único porque não há outro igual a mim, cada ser
humano é único. Sublime, por ser imagem e semelhança de Deus.
Sempre estou com um
sorriso sincero, cheio de qualidades e defeitos, sendo o Francisco em sua
pequenez, carregando sua cruz de cada dia, mas com uma paz interior transbordante
no ser exterior com um nós que foi gerado de um eu com um tu.
A vida é um todo no seu
mistério mais profundo enraizado em cada ser que se diz cristão.
O ser cristão é ser um “pequeno
Cristo”. Isto é, “o cristão deve ser uma cópia submissa de Cristo” . Significa ter
uma identidade com a pessoa de Cristo.
Este é o processo para
viver uma vida em santidade, vivenciando uma pureza moral, numa busca incessante
por uma vida de santificação ao glorificar o Cristo no testemunho e no
partilhar da vida com os seus irmãos.
Há tantos cadáveres ambulantes
por aí preocupados com a morte, mas esqueceram de viver. Finalizo meu pensamento
com uma frase de Mario Sergio Cortella.
Eu não estou preocupado
com a morte, mas com a vida, para que ela não seja banal e fútil. Quando você
se for, o que vai deixar?