terça-feira, 10 de outubro de 2017

Encontrados os corpos dos 21 mártires coptas degolados pelo Estado Islâmico


Redação da Aleteia


Foi confirmado: trata-se dos cristãos que foram obrigados pelos covardes jihadistas a protagonizar uma das cenas mais aberrantes do milênio

Autoridades da Líbia confirmaram oficialmente que foram encontrados os corpos dos 21 cristãos coptas egípcios degolados em 2015 pelos fanáticos do Estado Islâmico na costa da cidade de Sirte.

A mídia egípcia noticiou que os corpos foram achados na mesma área costeira, de mãos atadas pelas costas e com os mesmos trajes de cor laranja com que foram vistos no macabro vídeo da sua decapitação. As cabeças foram encontradas junto aos corpos. As identificações estão sendo feitas mediante análises de DNA.

O local foi descoberto graças à detenção de um homem acusado de participar do massacre, transformado pelos jihadistas em hedionda peça de “propaganda”.


Com a notícia da possível recuperação dos corpos, houve entusiasmo nas comunidades cristãs coptas da região egípcia de Minya, terra natal da maioria das vítimas. No entanto, em mensagem publicada pela agência Fides, as famílias dos 21 mártires denunciaram que as autoridades da Líbia e do Egito não fizeram quaisquer pronunciamentos oficiais sobre a realidade da situação, ao mesmo tempo em que notícias desencontradas e contraditórias passaram a circular pela mídia de ambos os países, incluindo algumas que passaram a negar a descoberta dos corpos.


A decapitação dos 21 coptas gerou horror mundial. Uma semana depois do martírio, o patriarca Tawadros II inscreveu as vítimas no Synaxarium, o livro copta dos mártires, determinando que a sua memória fosse celebrada em 15 de fevereiro.

HISTÓRIAS REAIS QUE INSPIRAM - A fé católica ajudou esta mulher a vencer o trauma de ser tachada de “mais feia do mundo”


Calah Alexander


Ela descobriu esse "apelido" ao ver a própria face num vídeo do YouTube. Mas o apelido não é só cruel: é essencialmente falso.

O que você faria se estivesse navegando na internet e achasse um vídeo chamado “A mulher mais feia do mundo”, com 4 milhões de visualizações, e percebesse que o rosto exibido nele é o seu próprio?

Você choraria? Eu choraria.

Você leria todos e cada um dos milhares de comentários execráveis, alguns dos quais recomendando que você se matasse para fazer um favor ao mundo? Eu leria.

Você se deixaria abalar dolorosamente e cairia em desespero? Eu, provavelmente, sim.

Ou será que você escolheria um caminho diferente e mais corajoso?

Será que você transformaria esse momento traumático no impulso para levantar a voz incansavelmente contra o assédio covarde, para questionar os nossos frívolos padrões de beleza e para testemunhar o que significa ser essencialmente uma pessoa bela?

Lizzie Velasquez escolheu este outro caminho.

Ela nasceu quatro semanas antes do previsto e os médicos ficaram tão impactados com a sua aparência que primeiro levaram uma fotografia Polaroid aos seus pais a fim de prepará-los para verem a própria filha. Mas os pais não quiseram a foto: eles queriam a sua bebê e exigiram que os médicos a levassem imediatamente até eles.

O diagnóstico de Lizzie é de síndrome progeroide neonatal, um transtorno genético que lhe dificulta ganhar peso e que a deixou cega do olho direito e com visão limitada no esquerdo. Lizzie cresceu no Texas sabendo que o seu aspecto era diferente do das outras crianças, mas também consciente de que o profundo amor dos pais e das irmãs por ela lhe assentava os alicerces da confiança e da segurança pessoal.

Foi essa confiança alicerçada no amor de seus pais o que a salvou naquele dia em que ela encontrou a própria imagem no vídeo do YouTube chamado “A mulher mais feia do mundo”, quando tinha 17 anos.

Depois de ler todos os comentários, procurando desesperadamente uma pessoa que a defendesse, foi buscar a mãe na sala de estar.

“Se aquele vídeo tinha me machucado tanto, eu não conseguia imaginar o quanto ele iria machucar a minha mãe. E acredito que, naquele momento, se acendeu para mim uma luz: eu não estava disposta a ficar ali sentada e deixar que aquelas palavras fossem a definição de quem eu sou”.


Um ano mais tarde, o diretor da sua escola pediu a Lizzie para fazer um discurso aos alunos do instituto. O diretor lhe garantiu com antecedência que haveria professores por perto para acalmar os estudantes se eles se alvoroçassem. Não precisou: na metade do discurso, quando Lizzie levantou o olhar para o auditório, seus companheiros estavam todos em absoluto silêncio e totalmente concentrados nela. Alguns até começaram a chorar. Naquele momento, Lizzie sentiu que a “barreira de ser diferente” desaparecia e que todos eram apenas “um grupo de pessoas”.




A experiência foi um ponto de virada para ela, que, desde então, se tornou conferencista motivacional e uma ardente defensora do respeito a todos e do fim do assédio. Foi palestrante no Tedx Talks, escreveu livros e tem seu próprio canal no YouTube. Durante toda a vida, Lizzie confiou na sua fé católica para superar os momentos mais escuros.

“Foi a minha rocha esse tempo todo. Basta dedicar um tempo sozinha a rezar e falar com Deus para saber que Ele está aqui para mim”.
Demonstrando que a verdadeira beleza só pode ser vista pelos olhos da alma, Lizzie também declarou: 

“Deus me abençoou com a maior bênção da minha vida, que é a minha síndrome”.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

POR QUE ESTA DEVOÇÃO SE CONSAGRA A JESUS E MARIA?

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Por esta prática se consagra ao mesmo tempo a Jesus e a Maria. A Jesus como nosso fim último e a Maria como meio para nos unimos mais perfeitamente a Jesus. 


Referencias:

(Padre Rodrigo Maria, Catecismo da Total Consagração à Santíssima Virgem. Editora: Opus Cordis Mariae).

domingo, 8 de outubro de 2017

É certo usar celular na missa?


Jovens de Maria


Se o celular me ajuda, por que devo condená-lo?

Você certamente já se deparou com a cena de alguém utilizando o celular no meio da celebração eucarística. Ou você mesmo já utilizou. Aí vem aquele questionamento: será que é certo utilizar o meu smartphone durante a missa?

De cara, já te respondemos: SIM! Claro, esta afirmação vem cheia de ressalvas, mas não podemos abrir mão dele se ele nos ajuda a compreender melhor toda a dinâmica da celebração.

Seja para auxiliar nos cânticos litúrgicos, ou para acompanhar as leituras, ou, até mesmo, fazer apontamentos da homilia. Quer um exemplo legal de como fazer isso: o Aplicativo Deus Conosco, da Editora Santuário. Com ele você pode acompanhar o resumo da liturgia durante a missa, sem falar que ele tem várias orações para o seu dia a dia.

O Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil da CNBB diz: “Com a evolução das tecnologias de amplificação de imagem e som, as igrejas são beneficiadas com os aparatos técnicos que contribuem para maior visibilidade, compreensão e participação da Celebração Eucarística”. E, neste contexto, o celular nos aproxima da vivência da celebração.

Se o celular me ajuda, por que devo condená-lo? Aí está o “x” da questão! Se o celular te tira do momento de graça de uma Celebração Eucarística, isso não é saudável. Mesmo que seja aquela mensagem rápida, ou atender uma ligação, ou para ver outros conteúdos que não são relacionados à Missa. Cuide-se para que estes hábitos não ocupem o centro da relevância e da atenção em relação à Palavra e ao rito sacramental, e não criem ambiente de dispersão e de distração.

Lembre-se, cabe a cada um discernir em que momentos o celular aproxima de Deus e em que momentos ele afasta.

ELA - Não sou eu, é Cristo


Alma com Flores


Se sou capaz de suportar os momentos de sofrimento, desânimo e medo, é porque estou com Ele, é porque sou salva de mim mesma todos os dias por Ele

Eu não quero que olhem para mim e vejam uma mulher que não falha, que basta a si mesma, um exemplo perfeito a ser seguido, porque quando olho para mim não vejo nada além de uma pecadora necessitada de Cristo.

Eu necessito Dele para acordar todas as manhãs e ter o necessário para mais um dia, para resistir aos momentos difíceis que ameaçam enfraquecer a minha fé, para que eu não me perca na tentativa de seguir o meu próprio caminho, para que eu não caia na cilada de acreditar cegamente que eu sei o que é melhor para mim, mas Aquele que me deu a vida, não.

Eu necessito Dele para me alegrar e sorrir pelas razões certas, para que a minha pureza e santidade não sejam contaminadas pelo que o mundo oferece, para que eu compreenda que o amor não é mero sentimento, mas decisão, para que eu exerça o perdão.

Eu necessito Dele para tudo, e quando escrevo tudo, é tudo, não há exceção. Não há nada que eu possa fazer sem Ele, não há sofrimento maior do que o de estar sem Ele, assim como não há alegria maior do que a de estar com Ele.


Não sou eu, é Ele. O meu coração cansado e por vezes medroso é fortalecido por Ele. Se sou capaz de suportar os momentos de sofrimento, desânimo e medo, é porque estou com Ele, é porque sou salva de mim mesma todos os dias por Ele. Eu digo, escrevo, repito: Não sou eu, é Ele.

Testemunho do Anderson Reis

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

UMA HUMANIDADE BEM VIVIDA É O PRIMEIRO PASSO PARA SANTIDADE


José Francisco

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O que Sou é o que me torna alguém no meio da multidão e não o que tenho. A minha pessoa será lembrada pelo testemunho de vida que preguei com atos e atitudes, vivendo uma vida justa, propagando a paz e o amor entre as pessoas, derrubando as paredes do preconceito e construindo pontes, interligando o mundo numa só conexão com Deus.

Sendo a semente do verbo encarnado, semeando o evangelho nos corações daqueles que mais precisam, com uma palavra, um gesto de amor, na simplicidade do ser que sou. Único e sublime. Único   porque não há outro igual a mim, cada ser humano é único. Sublime, por ser imagem e semelhança de Deus.

Sempre estou com um sorriso sincero, cheio de qualidades e defeitos, sendo o Francisco em sua pequenez, carregando sua cruz de cada dia, mas com uma paz interior transbordante no ser exterior com um nós que foi gerado de um eu com um tu.

A vida é um todo no seu mistério mais profundo enraizado em cada ser que se diz cristão.

O ser cristão é ser um “pequeno Cristo”. Isto é, “o cristão deve ser uma cópia submissa de Cristo” . Significa ter uma identidade com a pessoa de Cristo.

Este é o processo para viver uma vida em santidade, vivenciando uma pureza moral, numa busca incessante por uma vida de santificação ao glorificar o Cristo no testemunho e no partilhar da vida com os seus irmãos.

Há tantos cadáveres ambulantes por aí preocupados com a morte, mas esqueceram de viver. Finalizo meu pensamento com uma frase de Mario Sergio Cortella.

Eu não estou preocupado com a morte, mas com a vida, para que ela não seja banal e fútil. Quando você se for, o que vai deixar?