domingo, 15 de outubro de 2017
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
O significado do Milagre do Sol, realizado em Fátima perante 70.000 pessoas

Redação
da Aleteia / Christo Nihil Praeponere

Este milagre assombroso não apenas confirmou as aparições de
Nossa Senhora em Fátima: ele também visa realizar um milagre muito maior
O significado do Milagre do Sol
Para o povo mais simples, o milagre se resume em bem menos
palavras. Simplesmente, “o sol dançou”. Mais do que descrever fisicamente o fenômeno,
o que interessava à maioria das pessoas era o que não se podia ver, mas que
ficara patente por aquela portentosa obra que eles tinham diante dos olhos:
Nossa Senhora verdadeiramente apareceu a três humildes pastorinhos em Fátima.
A Lúcia, Jacinta e Francisco, de fato, foi dada uma visão bem
mais abrangente da realidade. Eles declararam sobre a Virgem Maria:
“…abrindo as mãos, fê-las refletir no sol. E enquanto que se
elevava, continuava o reflexo da Sua própria luz a projetar-se no sol (…)
Desaparecida Nossa Senhora, na imensa distância do firmamento, vimos, ao lado
do sol, São José com o Menino e Nossa Senhora vestida de branco, com um manto
azul”.
Na última aparição da Virgem de Fátima, portanto, brilha
perante os videntes a imagem da Sagrada Família de Nazaré!
Esse fato pode indicar que “o confronto final entre o Senhor
e o reino de Satanás dirá respeito diretamente à família e ao matrimônio”.
Quando o caminho ordinário de santificação da humanidade, que é o casamento, se
encontra obstruído pela produção desenfreada da pornografia e pela
popularização dos “pecados da carne” (que, segundo resposta da própria Virgem
Maria à pequena Jacinta, constituem a classe de pecados que mais ofende a
Deus), o resultado só pode ser uma perda incalculável de almas (realidade a que
a Mãe de Deus já tinha aludido, quando deu às mesmas crianças a visão do
inferno).
Naquele 13 de outubro, a Virgem Santíssima tinha um pedido
especial, que ficaria gravado no coração dos pastorinhos:
“Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito
ofendido”.
Aos observadores mundanos, tal recado poderia parecer
“arcaico” ou “irrealista”: um “espírito” que vem dos céus para falar de
“pecado”? Em que século a autora dessas aparições acha que estamos? Pois bem, é
justamente no século XX que Nossa Senhora aparece, e é a mesma mensagem de dois
mil anos atrás que ela carrega consigo: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo
2, 5).
Acontece que os tempos mudaram, sim, mas o ser humano
continua o mesmo. E os perigos que rondavam a humanidade na época de Cristo não
mudaram. Para ser católico e seguir Jesus, nada mais elementar que o apelo de
Fátima: “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor”.
O Milagre do Sol não apenas confirmou as aparições de Maria
em Fátima: ele também visa realizar um milagre muito maior e mais
extraordinário que qualquer outro: a salvação das almas, a conversão dos
pecadores; “para que todos acreditem” em Jesus e, acreditando, tenham a vida
eterna.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
O dia em que Nossa Senhora Aparecida visitou o espaço!

ACI Digital

Marcos Pontes, o
primeiro astronauta brasileiro: "Ela passou uma sensação de segurança. É
algo que transcende o corpo"
Quando o primeiro
astronauta brasileiro, Marcos Pontes, chegou ao espaço em 2006, junto com ele
estava também Nossa Senhora Aparecida, não só na devoção que tem pela Padroeira
do Brasil, mas também em um pequeno broche que fez questão de levar.
Na época, Pontes podia
levar consigo para a missão de dez dias um quilo em bagagem. Entre os itens que
carregou estavam fotos da família, um MP3 com música e, como sempre carrega uma
imagem de Aparecida, ela não poderia faltar no espaço. Assim, decidiu levar o
broche da Virgem com um terço ao seu redor.
Ao participar da festa
da Padroeira no Santuário Nacional de Aparecida em 2009, o astronauta contou
que ter consigo a imagem de Aparecida no espaço “passou uma sensação de
segurança. É algo que transcende o corpo”.
A devoção à Nossa
Senhora Aparecida foi herdada de sua mãe, Zuleica, que o incentivava nas
orações e o levava ao Santuário Nacional. Ela foi também a grande incentivadora
do sonho de Pontes de ser astronauta.
E esta lembrança
materna também esteve com ele quando olhou a Terra do espaço e recordou os
olhos azuis de dona Zuleica, falecida em 2002, e como conseguiu realizar seu
sonho com o incentivo dela.
O astronauta ainda
garante que a experiência de ver o planeta teve grande significado para sua fé.
“Para mim, ir ao espaço, ver o planeta lá de cima, imaginar o que somos, isso
aumentou muito meu relacionamento com Deus”, disse no Santuário, em 2009.
Atualmente, o broche de
Nossa Senhora Aparecida que visitou o espaço está exposto na sala das promessas
do Santuário Nacional, junto com uma carta que Pontes escreveu durante a
viagem.
Além disso, sempre que
pode, diz que vai ao Santuário de Aparecida para agradecer à Virgem.
Em 2016, quando foi
inaugurado o Museu de Cera do Santuário, entre as várias estátuas, estava a do
astronauta Marcos Pontes, que se disse grato por esta homenagem.
Na época, ressaltou que
a sua estátua de cera expressava o quanto é importante “estudar para poder
chegar onde você quer na vida e, segundo, acreditar que é possível. A religião
é muito importante para que você acredite que vai superar os desafios”.
quarta-feira, 11 de outubro de 2017
Esta Oração Jubilar, celebra Nossa Senhora Aparecida, seu amor e suas bênçãos, pelo tricentenário em 2017:
Oração Jubilar: 300 Anos de Bênçãos
Senhora Aparecida, Mãe Padroeira,
em vossa singela imagem, há 300 anos
aparecestes nas redes dos três benditos pescadores
no Rio Paraíba do Sul.
Como sinal vindo do céu, em vossa cor,
vós nos dizeis que para o Pai não existem escravos,
apenas filhos muito amados.
Diante de vós, embaixadora de Deus,
rompem-se as correntes da escravidão!
Assim, daquelas redes,
passastes para o coração e a vida de milhões de
outros filhos e filhas vossos.
Para todos tendes sido bênção:
peixes em abundância, famílias recuperadas, saúde
alcançada,
corações reconciliados, vida cristã reassumida.
Nós vos agradecemos tanto carinho, tanto cuidado!
Hoje, em vosso Santuário e em vossa visita
peregrina, nós vos acolhemos como mãe,
e de vossas mãos recebemos o fruto de vossa missão
entre nós:
o vosso Filho Jesus, nosso Salvador. /
Recordai-nos o poder, a força das mãos postas em
prece!
Ensinai-nos a viver vosso jubileu com gratidão e
fidelidade!
Fazei de nós vossos filhos e filhas,
irmãos e irmãs de nosso Irmão Primogênito, Jesus
Cristo,
Amém!
terça-feira, 10 de outubro de 2017
O presente do Papa Francisco para Nossa Senhora Aparecida

ACI Digital

Santuário Nacional recebeu uma Rosa de Ouro em
comemoração aos 300 anos de Aparecida
O Papa Francisco concedeu uma Rosa de Ouro ao
Santuário Nacional de Aparecida por ocasião dos 300 anos do encontro da imagem
de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul.
A Rosa foi entregue ao Arcebispo de Aparecida, Dom
Orlando Brandes, pelo representante do Santo Padre, Cardeal Giovanni Battista
Re, prefeito emérito da Congregação para os Bispos e presidente emérito da
Pontifícia Comissão para a América Latina.
“Agradecemos ao Papa Francisco o envio da Rosa de
Ouro, em comemoração aos 300 anos do encontro da imagem da Mãe Aparecida no rio
Paraíba do Sul. Obrigado, Santo Padre, por mais esta demonstração de amor,
devoção e carinho para com Nossa Senhora Aparecida”, expressou Dom Orlando
Brandes em uma carta.
Na missiva, o Prelado recordou que esta é a terceira
Rosa de Ouro recebida pelo Santuário Nacional e a quarta concedida ao Brasil.
O Arcebispo explicou que o Papa Leão IX iniciou o
costume de entregar uma Rosa de Ouro “para louvar e distinguir personalidades,
santuários, cidades ou países”.
“É uma homenagem, uma honraria, um presente que os
Papas costumam enviar para registrar a importância de fatos históricos, de
acontecimentos marcantes, de gestos significativos em relação a
personalidades”.
A primeira Rosa de Ouro recebida pelo Brasil foi
concedida em 1888 pelo Papa Leão XIII à Princesa Isabel, como reconhecimento
por ter assinado a Lei Áurea, por meio da qual aboliu a escravidão.
Por sua vez, o Santuário Nacional recebeu sua
primeira Rosa de Ouro em 1967, concedida pelo Papa Paulo VI, em virtude do
Jubileu de 250 anos do encontro da imagem. Em sua carta, Dom Orlando recordou
as palavras do Pontífice por esta ocasião.
“Esta flor é expressão de afeto por este grande povo
que nasceu sob o signo da Cruz e para seu progresso espiritual e material e
símbolo do grande amor que o Papa consagra ao Brasil e ao Santuário de
Aparecida”, escreveu Paulo VI.
A segunda Rosa foi concedida pelo Papa Bento XVI, em
2007, quando visitou Aparecida, onde abriu a V Conferência Geral do Episcopado
Latino-americano e do Caribe. O hoje Papa emérito desejou, na ocasião, que
“perseveremos na escola de Maria a fim de que sejamos discípulos missionários a
serviço da vida”.
Agora, ao receber a terceira Rosa de Ouro, Dom
Orlando expressou em um vídeo publicado pelo Santuário que, com isso, “o Papa
diz: ‘amo com afeto, amo com grande amor o Santuário de Aparecida e o povo
brasileiro”, além de demonstrar a “admiração por nossa igreja”.
“Vamos também com essa Rosa fazer do nosso Brasil um
grande jardim, já que a Rosa é de ouro, a Palavra de Deus é ouro e que nós
tenhamos também um coração de ouro. O nosso tesouro é a nossa fé”, acrescentou.
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